Este blog é uma fanfic coletiva inspirada no universo de Harry Potter, pertencente a J.K. Rowling, mostrando as aventuras paralelas de personagens originais, durante a sua permanência em Hogwarts.
Os eventos do Magic se passam durante a década de 70, mais precisamente no ano de 1975, quando os Marotos frequentavam o quarto ano em Hogwarts.

Correio-Coruja






Nome: Callista Graham
Apelido: Cal
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: Artilheira
Objeto Especial: Minha varinha, símbolo de que sou bruxa!
Desilusão: Ter claustrofobia e não conseguir ficar em lugares muitos fechados. Só seus amigos sabem sobre o fato que ela ficou soterrada quando criança e que toma uma poção da Madame Pomfrey todos os meses para poder conseguir assistir as aulas...
Aparência: Cabelos castanhos ondulados e olhos lilases. Seria considerada comum e normal se os olhos não chamassem tanta atenção.
Personalidade: Personalidade e opinião fortes, difícil de convencer (praticamente uma cabeça dura). Tem que provar que está errada, mas se o fizer será sempre muito respeitado por ela. Pouco estudiosa, mas sabe muito bem as matérias que gosta. Adora os amigos e em Hogwarts sente sua 2ª casa.
Animal de Estimação: Uma coruja negra chamada Hipólita.






Nome: Liv Joanne Spellman
Apelido: Não tenho
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: Artilheira
Objeto Especial: Um anel dado pela minha mãe - herança de minha avó. Vem passando pelas mulheres da família há séculos!
Desilusão: Não ter irmãos e não ter conhecido os avós.
Aparência: Baixinha, magra, cabelos negros, compridos, ligeiramente ondulados, olhos azuis. Muito bonita, chama atenção por onde passa. Talvez pela herança élfica de seus antepassados...
Personalidade: Estudiosa, cdf, porém arteira, moleca, brincalhona. Gosta de jogar quadribol e pregar peças nos amigos. É sincera e honesta, divertida, e defende seus ideais e seus amigos com unhas e dentes. Não mede esforços para alcançar seus objetivos. É determinada e corajosa, doce, meiga e companheira. Um tanto irritada e explosiva. É uma menina muito popular na escola.
Animal de Estimação: Uma gatinha branca persa, a Lúthien.






Nome: Andrey Storm
Apelido: Andy
Idade: 15 anos
Ano: 5º ano
Quadribol: Apanhador e capitão do time.
Objeto especial: Uma capa da invisibilidade.
Desilusão: Ter uma irmã na sonserina.
Aparência: Alto, cabelos castanhos claro, olhos cinzentos. Muito bonito. Pele branca.
Personalidade: Ele é um menino de boa índole, mas personalidade forte. Bom amigo, fiél, companheiro. Simpático, inteligente, sempre de bom humor. Dedicado aos estudos e a tudo o que se propõe fazer. Humilde e modesto.
Animal de estimação: Uma coruja-das-torres chamada Penélope.






Nome: Stephen Ludwig Parott
Apelido: Lud
Idade: 15 anos
Ano Escolar: 5º ano
Posição no Quadribol: Batedor
Objeto Especial: Um pequeno caderno preto, não é de valor, mas foi presente de sua mãe.
Desilusão: Não ser respeitado como deveria sendo herdeiro de uma das mais tradicionais familias sangue-puros.
Aparência: Alto, branquelo, com cabelos loiros e lisos na altura do olhos azuis.
Personalidade: Quieto, reservado e - de vez enquando - falso. Restrito a pequenos grupos de amigos e sempre está anotando coisas no pequeno caderno preto.
Animal de Estimação: Uma coruja branca das neves fêmea chamada Mandy.






Nome: Maximillian Fierman Lonen
Apelido: Max
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: Batedor
Objeto Especial: Minha varinha, sem ela, o que seria de mim?
Desilusão: Ah, não tantas... Mas confesso que meu orgulho ficou ferido quando não fui a casa dos inteligentes, porque sei que sou bastante... Mas a quem diga que meu orgulho é ainda maior.
Aparência: 1,76 de altura, 77 kg, olhos azuis, cabelos pretos e lisos e até um pouco acima do ombro.
Personalidade: Orgulhoso ao extremos, se ceder a algo ou alguém, é porque considera muito a pessoa, ou então está de MUITO bom-humor. Em geral é bem humorado e não possui o preconceito habitual por grifinórios, apenas por aqueles que não gosta (A maioria, huahuahua!)
Animal de Estimação: A minha coruja Freya, mas quando vou ao jardim, uma raposa se junta a mim. Já até dei nome a ela: Íris.






Nome: Juliet Dorthly
Apelido: Juli
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: não joga, torce de passagem para um "certo goleiro".
Objeto Especial: A pena, presente da mãe.
Desilusão: Saber que com aquele-que-não-deve-ser-nomeado livre, nunca terá certeza se o pai voltará para casa.
Aparência: Altura normal para uma garota, loira, olhos azuis, a pele tão clara que ruboriza quando ri.
Personalidade: É alegre e estudiosa, apesar disso parecer contradição. Está sempre com um livro por perto, mas larga-o de bom grado para ajudar um amigo.
Animal de Estimação: um gato chamado "Miau".






Nome: Kysen Amoy Horpais
Apelido: Sheik, faraó... os amigos brincam com a origem dele.
Idade: 15 anos
Ano Escolar: 5º ano
Posição no Quadribol: Goleiro. (Modéstia a parte, bom)
Objeto Especial: Uma urna funerária, de um dos membros mais antigos da família.
Desilusão: ser menosprezado por suas origens.
Aparência: É um rapaz bonito de pele morena, alto, cabelos negros e cacheados maior que a maioria dos rapazes e olhos escuros. Um físico que denuncia a descendência árabe.
Personalidade: Inteligente sem grande esforço é reservado como o pai em seus assuntos pessoais, mas brincalhão com os amigos e conhecidos. Paquerador, mas leal: não excede o número de 4 "protegidas" ao mesmo tempo. Não ver problemas de ter mais de uma namorada lhe rende algumas confusões.
Animal de Estimação: Um falcão chamado Nuha, presente de sua avô materna (significa prudente, de fala inteligente em homenagem a ela).






Nome:: Elizabeth Chevallier Lindenberg
Apelido: Lizzie
Idade: 15
Ano Escolar: Quinto
Posição no Quadribol: Artilheira
Objeto especial: Um anel que contém uma serpente com olhos de esmeralda, que fica guardado em sua gaveta, presente de seu avô, um ex-sonserino.
Desilusão: Ver que sua irmã é tão infantil e patricinha.
Aparência: Alta, olhos cinzas, cabelos loiros lisos levemente ondulados.Tem um corpo esbelto, é realmente linda e tem a aparência delicada, embora não a seja.
Personalidade: Elizabeth é uma garota extremamente teimosa e decidida. Sempre consegue o que quer. Diferente da irmã, Catherine, nunca se interessou por futilidades. Tem tendência e perder a paciência com lufa-lufanos e gosta de "praticar" maldições e azarações em primeiranistas desavisados. Quando está em casa sempre consegue irritar seu pai, que a deixa de castigo. Orgulhosa, gosta sempre de dar a última palavra. Adora quadribol. Tem habilidade em duelos e é excelente em preparo de poções. Ainda contra a criação que lhe fora imposta, a menina não se preocupa com questões de sangue. Claro que todo o convívio com a família lhe impôs um certo nojo por pessoas de sangue-ruim. Apesar de não ser um modelo de aluna sempre passou com méritos em todas as matérias. É sempre cabeça-dura, mas também é bem-humorada e divertida. E tem o seguinte lema: não me incomode que eu não te mando pra ala hospitalar.
Animal de estimação: Uma coruja acinzentada chamada Hades, que é extremamente inteligente e temperamental.






Nome: Anita Fieramosca
Apelido: Nita - bom, pelo menos é o único publicável...
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: Eu poderia ser uma grande batedora, se eu quisesse...
Objeto especial: Meu canivete mágico.
Desilusão: Não ter conseguido entrar como batedora no time....
Aparência: Estatura média, olhos verde-esmeraldas faiscantes, cabelos louros displicentemente jogados nas costas.Sou meio estabanada, mas sempre tento ser a mais elegante da sala. Tenho uma cicatriz no joelho esquerdo, de um tombo que tomei.
Personalidade: Não tenho papas na língua e falo exatamente o que estou pensando - exceto se é mais proveitoso que eu fique calada. Sou espevitada, e não fujo de brigas. Apesar de um tanto maliciosa, eu sei exatamente o que falar e para quem falar na hora de falar. Estudar não faz parte da minha vida - e nem por isso eu sou a última em todas as matérias Eu não sou exatamente comportada, e isso quer dizer que se eu não gosto de você, há uma enorme chance de você ser a próxima vítima de minhas *inocentes* brincadeirinhas. Sou devotada ao meu irmão mais velho, Ramón Fieramosca, e sei que ele é inocente, não importa o que uma banca babaca de aurores diga que ele tenha feito, pois eu sei que ele não seria capaz de assassinar ninguém! E não tolero que alguém diga qualquer coisa mal intencionada sobre ele!
Animal de estimação: Hat, o gato. - que pra nada serve.






















Harry Potter, nomes, personagens, lugares e demais fatos relacionados são propriedade de J.K. Rowling, Warner Bros, Bloomsbury, Scholastic, etc. Este site não possui fins lucrativos.




Layout by Liv Spellman - Exclusivo para o Magic Past. Proibida cópia e/ou reprodução.

Art utilizada no lay out by Tina Ling

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sábado, fevereiro 25, 2006


Como assim, eu chamei? (Parte II)

Enquanto isso Kysen tentava sinceramente se concentrar em alguma coisa para estudar. Tentava sinceramente ler aquele livro de mitologia que ganhara da Graham no ... como era o nome mesmo? Ah, sim, Natal, mas só conseguia pensar em uma coisa:

Como é que ele ia resolver aquela situação com a Lílian? Era realmente um problema complexo... Tentara fugir desse tipo de problema deixando todos os casais se organizarem direitinho para o baile, não competir com os outros meninos mas... aí estava, mergulhado no problema que tentara evitar.
Os marotos entraram no salão comunal, Sirius e Remo meio que tangendo para os lados da sala de banhos.Tiago que deu uma olhada feia para a cara do egípcio e pela cara de Remo, parecia que eles iam enfiar o ilustríssimo capitão do time da grifinória de roupa dentro de uma banheira de água fria.

Puxou um dos pergaminhos e molhou a pena no tinteiro.

- Bem, meu pai, casou só com a mamãe, mas o tio Khons Horpais tem duas esposas... será que ele...

O moreno parou a pena logo depois do primeiro traço no pergaminho. Que tolice! Tá certo que Nuha era bem ágil, mas a essa hora já não dava tempo para mandar nenhuma coruja perguntando ao tio como administrar aquela situação...

O raciocínio do grifiório é cortado pela senha dita nervosamente ao quadro da mulher gorda. Àquela hora, dava para ouvir até alguns sons da floresta, apesar da mesma ser um tanto afastada do castelo.

- Kysen, er... é, você ainda está aqui. Disse Lílian, um pouco desanimada. ''Tinha esperanças de que tivesse ido dormir'' acrescentou mentalmente.

- É, eu não disse? Pergunta o rapaz, levantando-se. E aí, está tudo bem?

Evans respira fundo e fala:

- Sheik, euseiqueeudeveriaterperguntadoantes e....

- Tiago tem mesmo a habilidade de te descontrolar hein Evans? Perguntou o rapaz, puxando uma cadeira para que ela se sentasse, procurando quebrar o clima estranho. ''Tanto que até parece que você não é tão indiferente a ele quanto quer parecer''

- Acho que é uma das poucas coisas que ele sabe fazer bem. A garota relaxa um pouco.

- Há, que isso, ele até que joga direitinho, vai! Provoca Kysen com uma piscadela, enquanto senta novamente.

- Ta bom, ele joga bem, confesso. Obrigada por não falar nada com eles na hora e me desculpe por te botar nessa situação, saí falando que você tinha me chamado... Se eles fossem um pouquinho mais espertos eles perceberiam fácil que um rapaz como você nunca chamaria alguém como eu... Disse ela abaixando a cabeça.

- Vou contar para eles agora mesmo e agüentar as conseqüências, é o correto a fazer. E começou a preparar-se para sair, sendo interceptada por Kysen, que ergue a cabeça da garota, olhando diretamente em seus olhos verdes.

- De onde você tirou a idéia de que ninguém chamaria você para ir ao baile? Não duvido que os meninos tenham é ficado com medo do Tiago. Brinca o rapaz.

- Eu estou cansada disso! Todo mundo fica achando isso, achando aquilo, que droga! Disse a garota, a beira das lágrimas. - Queria que o pessoal parasse de me associar ao Tiago Potter, nem que fosse só por uma noite, será que é pedir muito?! E abraça o egípcio, deixando finalmente as lágrimas que vinha se acumulando desde o episódio com Severo Snape rolarem.

- Calma, não fica assim. Disse Kysen, afagando a cabeça ruiva um pouco confuso com a situação. ''- Cara, o que eu faço agora? Ah, sim um lenço'' Pensa ele e remexe um dos bolsos da veste com a mão vazia. ''- Lenço, lenço. Achei, que bom, ia ser um pouco estranho fazer um feitiço convocatório agora. Tenho que estudar feitiços não verbais!'' Afastando-se, ele oferece o lenço e procura acalmar a garota, fazendo-a sentar-se e acocorando-se a sua frente:

- Olha, a gente dá um jeito ok? Agora vai dormir tranqüila, e escolha um vestido bem legal para amanhã.

Lílian se acalma e sussura um ''Obrigada'', indo para o dormitório feminino, deixando Kysen com um problema gigantesco:
Como ele conseguiria levar duas garotas no baile ao mesmo tempo?

Por: Kysen Amoy Horpais


DiH às 17:54 h




sexta-feira, fevereiro 24, 2006


Eu vou beber para esquecer meus problemas...

- O que você ainda faz aqui Evans? Ta na cara que está doidinha para ir atrás do Horpais! Disse Potter com uma cara amarrada e um tom sarcástico que denunciava um certo grau de despeito.

- Eu vou acabar meu suco com calma, afinal ele precisa estudar.

- Bom gente, eu vou indo, quero estar em grande forma amanhã! Levanta-se Sirius, percebendo que a situação estava ficando feia. Recebeu um ''vou com você amigo'' de Tiago, uma sombrancelha erguida de Remo e uma corrida de Pedro para terminar uma fatia imensa de torta que tinha selecionado para sobremesa.

- Boa noite para quem fica. Completa Black já saindo, sendo seguido pelo gordinho que solta um ''peraí, pôxa!'' com a boca meio cheia e os outros dois garotos.


Lílian puxou a última jarra da mesa para mais perto, encheu novamente o seu copo e bebericou do suco.
As poucas pessoas que ainda estavam no salão principal estavam saindo.
Seu prato sumiu, assim como os outros pratos sujos da mesa. Um menino da Lufa-lufa voltou para pegar mais um pedaço da torta.
Esvaziou a jarra no copo, tomando mais um gole do suco.
Evans estava nervosa com a possibilidade de se conversar com Kysen Amoy Horpais, principalmente depois de convida-lo à revelia para o baile! ? Lílian , Lílian, o que deu em você hein?! Questiona-se, enquanto um corvinal volta correndo para pegar um livro esquecido sobre a mesa.

Ia puxar novamente a jarra para servir-se quando lembrou que o suco tinha acabado. Mas quando tocou a asa da jarra intantaneamente o líquido se materializou no ar e começou a encher o seu copo. Parecia que ela não estava deixando os elfos acabarem o seu trabalho daquele dia.... ergueu seu copo, olhando para o salão deserto. - Um brinde a uma idéia estúpida, chamar o Sheik para o baile e fugir dele depois! E virou o copo, bebendo todo o líquido de uma só vez, ficando com um gostinho na boca da cerveja amanteigada na temperatura ideal.

Olhando para a ponta da mesa sonserina onde os setimanistas costumavam sentar ela viu algumas garrafas verdes, com rótulos prateados. Curiosa, foi para lá e pegou uma delas, lendo seu rótulo prateado:

''Fluide Courage
Para as melhores festas e piores decepções! Não resista, apenas beba!''


- Acho que é exatamente o que eu preciso, um pouco de coragem líquida! Murmura Lílian, começando a encher o seu copo com o conteúdo instável da garrafa, parando quando o espectro do Barão Sangrento começou a aparecer entre as garrafas e falou:

- Já é hora de criança estar no dormindo.

- Eu não sou criança! Lílian não sabia de onde tinha tirado coragem para responder ao fantasma dos sonserinos... talvez fosse for que seu temor estava concentrado em outro assunto. Nick-quase-sem-cabeça intervém:
- De uma certa forma eu concordo com o Barão, Srta Evans. Beber isso não vai te ajudar, seria infantil de sua parte se refugiar nisso. Além do mais, se eu não me engano tem alguém te esperando no dormitório...

Com o apoio dos fantasmas das casas, Lilian vai para o dormitório da Grifinória. - Seja o que os deuses quiserem.


DiH às 16:39 h




quinta-feira, fevereiro 23, 2006


Como assim, eu chamei? (Parte I)

Mesa comunal da grifinória, hora do jantar. Os elfos domésticos felizmente prepararam frango, o que deixava Kysen muito contente pois era o único prato em Hogwarts que o permitia comer à moda árabe, ou seja, com as mãos. Sorrindo ele lembra do que um setimanista da grifinória comentou com ele: que desde seu terceiro ano em Hogwarts ele nunca comera tanto drumete de frango - parece que ele tinha aliados na cozinha. Alguns primeiranistas estranhavam um pouco, mas nem todos. A etiqueta ocidental também recomendava esse comportamento neste caso, e ele aprendeu a revidar os comentários maliciosos em momentos oportunos. Enquanto saboreava os últimos momentos daquela oportunidade, ele observava a movimentação, parecia que Hogwarts toda estava respirando o baile e o concurso de dança. Momentaneamente sua atenção voltou-se para a conversa de um grupo conhecido de quartanistas.

- E aí Evans, quem é o sortudo que ficou no lugar do Potter? Pergunta Sirus Black para irritar tanto o companheiro de time quanto à colega de casa. - Quer saber Black? Já perdi as contas de quanto vocês já me perturbaram com esse assunto. Já disse que com quem eu vou ou deixo de ir no baile é problema único e exclusivamente meu!

- Sei. Diz o apanhador, que estava relativamente quieto até então. Sirius, deixa ela, claro que ela não encontrou ninguém tão bom quanto eu para leva-la ao baile. Sabe Lily querida, eu posso trazer um cajuzinho para você da festa, para você não se sentir tão excluída.

- Eu não quero nada de você Potter! Aliás, quero uma coisa só: Distância!

Black e Potter se entreolham.

- É, está confirmado. Lílian Evans é uma das lideres do MSPB -Movimento das Sem Pares para o Baile! Constata Sirius
-Ela e ... espere acho que é só você mesmo Lily, ouvi dizer que até aquela monitora da corvinal que parece um trasgo virado do avesso tem um par! Completa Potter, enquanto Pedro Petigrew ria com guinchos agudos, e Remo Lupin olhava como se reprovasse o comportamento dos amigos.

- Claro que eu tenho um par... ele é... ele é.. gagueja ela, aparentemente procurando uma solução de improviso, de preferência o nome de alguém que encerrasse aquela discussão por completo.

Kysen percebeu que seu prato estava vazio e pegou uma sobremesa próxima. Era melhor ir de volta para o quarto, estudar um pouco. - Esses cinco podem brigar que sempre acabavam se entendendo mesmo... pensou enquanto dava uma mordida no doce antes de se levantar.

- ... Kysen Amoy-Horpais me chamou para o baile, tá bom para vocês? Completa Lílian a meia voz, mas suficiente para que o egípcio ouça perfeitamente e se engasguar automaticamente

Como assim eu chamei? Pensou o grifinório enquanto tentava passar uma expressão despreocupada de quem não tinha percebido o que estava acontecendo para os garotos que agora olhavam para ele esperando alguma reação. Lílian parecia aliviada com a solução que dera para o caso, afinal depois de encarar o jovem Horpais por algum tempo Potter e Black não a incomodaram mais. Bebeu um copo de suco para desengasgar, e foi em direção ao grupo algum tempo depois a caminho do salão comunal da Grifinória: precisava esclarecer aquela situação, mas não queria expor a garota novamente à xacota do artilheiro e do batedor do time da grifinória.

- Boa Noite rapazes. Cumprimentou com um aceno de cabeça.
- Lílian, não se esqueça que eu preciso conversar com você sobre o baile ok? Mas pode terminar de jantar com calma, eu já vou subir para estudar um pouco. E pegou a mão dela e escrevendo com o tato discretamente durante o processo de erguer , beijar as costas da mão e abaixar: HOJE.


Kysen Amoy Horpais às 16:22 h




quarta-feira, fevereiro 22, 2006


Uma chantagem nem tão boa, nem tão ruim

Coitada da Cal... uma cunhada dessas... tststs... Retinion feeling! O ratinho parou, imobilizado, enquanto eu olhava para a dupla conversando num canto do salão comunal. A monitora da corvinal (a mesma que chamou a Nariman de '' a do desmaio'') e o goleiro do time da Corvinal, Tim Graham.


- Eu não tenho nada com isso. Volte a estudar imediatamente, Juliet Winchell Dorthly! Repreende-se e desvia o olhar do casal, que aparentemente resolvera fazer uma caminhada por aí, e volta sua atenção para o ratinho petrificado, que estava sob a mira vigilante de Miau .

E aí Dorthly, quem é o felizardo? pergunta a monitora da corvinal, Defilippi Varanus, a mesma jovem alta e esguia, e que na opinião particular de Juliet estava parecendo um Dragão de Komodo com os adornos que estava usando.

- Lear. Mas eu não diria que ele é felizardo, uma vez que está sendo minha cobaia no treinamento. E eu ainda não consegui encontrar a expressão e movimento certos para fazer ele retinir como um sino...

- Tolinha, estou falando sobre sua companhia para o baile. Disse apontando para o cartaz pendente no mural, que Juliet ignorara solenemente desde que fora posto. - Oh, já sei... você vai dizer que está muito ocupada para se preocupar com eventos sociais não é? Ou será que é por que ninguém... bom, deixa pra la... além disso seu papai-grande-auror não permitiria mesmo que a sua filhinha consagrada ao templo fosse mesmo... e aproximou-se da loira falando num tom para que somente Juli ouvisse: Minha companhia, como pode ver já está bem garantida.

E a Polvo-branco-comprido superdesenvolvido, com seus braços-tentáculos gigantes envolveu suave, mas firmemente o goleiro do time da corvinal e irmão de uma das minhas melhores amigas! O olhar da loura faz com que seu gato que salte da mesa, farejando a irritação da dona. - Cara, se o Tim vai se relacionar mesmo com essa garota ele caiu MUITO no meu conceito. Um milhão de vezes coitada da Cal! Ela é bem o nome: Varanus Komodoensis e Octopus Defilippi*

- Varanus, dá licença que eu tenho mais o que fazer, ta certo? Disse a loira de cabelos curtos, recolhendo o material para sair segundos depois. Se no salão da CORVINAL não estava dando para estudar ela ia arrumar outro lugar para fazer isso. Talvez fosse ver como estava a maturação da poção melhorasse seu humor depois daquela cena, que piorara bastante... A indignação a fez percorrer diversos corredores conversando com Lear, que continuava roxo com bolinhas multicoloridas apesar do contrafeitiço que ela havia aplicado

Oras, não tinha nada de mais em dançar, certo? Isso não deixaria meu pai zangado, ou coisa parecida. Quem ela pensa que é, lambisgóia retorcida! Como se eu não conseguisse um par para esse tal baile se eu não quisesse! Pois agora mesmo eu resolvo isso. Humpf!

E Juliet foi para o salão comunal, que era uma das partes mais movimentadas do castelo, disposta a chamar para o baile o primeiro rapaz disponível, nem que fosse necessário... bom, ela não sabia se seria necessário alguma coisa, afinal ela não era tão medonha assim, era? Bom, se não era por que ninguém... quer dizer, ela ia se empenhar, fazer o que estivesse ao seu alcance sim senhor!

A frustração foi instantânea quando a escadaria acabou, dando acesso ao salão: Não tinha NENHUM rapaz desacompanhado, sabe o que é nenhum? Todos no salão estavam em pares, até o irmão da pavorosa Varanus ensaiava com uma companhia para o baile. ? Tudo bem eu nem queria mesmo...

Blam, bum. Um espelho de prata com detalhes em verde destruído, uma gaiolinha estraçalhada no chão, o ratinho multicolorido correndo de Miau e um sonserino caído sobre a corvinal por causa do impacto da trobada.

- Você quebrou meu espelho! Acusa o sonserino que vinha distraído olhando-se no espelho até esbarrar violentamente na corvinal.
- Eu o que? Saia imediatamente de cima de mim Gilderoy Lockhart! Quebrei o seu espelho uma pinóia, você que fez eu perder a minha cobaia, justo agora quando eu estava em um dos últimos feitiços dos recomendados para a seleção do Clube de Duelos!
- Clube de duelos? Em que tópico você esta? Perguntou o rapaz, levantando-se rapidamente e estendendo a mão para a corvinal levantar-se, subitamente amável.
- Naquele do sino. Você pretende se inscrever também?
- Ainda não sei. Responde ele cautelosamente. Andei treinando um dos de memória, mas eu queria mesmo era alguma coisa para estas espinhas.

Ele pensa um pouco em qual seria a melhor estratégia para adotar. A maioria das garotas nem olhava para ele direito, mas olhando de perto Gilderoy Lockhart até que era bonito... se descontasse as espinhas!

- Se você quiser eu posso te ajudar, descobri umas coisas interessantes em um livro que uma amiga me trouxe da Ásia.
- Dando certo, qualquer coisa. Promete o sonserino, ajeitando os cabelos longos e loiros.
- Então, pode selecionar sua melhor veste. Você terá companhia para o baile.


* Nomes científicos de dois animais conhecidos entre os trouxas como Dragão de Komodo e Polvo-Branco-Comprido, respectivamente.


Juliet Dorthly às 14:09 h




terça-feira, fevereiro 21, 2006


O negócio é estudar! Baile? Não, não ouvi nada a respeito não!

Com alguns ingredientes cuidadosamente condicionados, Juliet anda pelos corredores estranhamente vazios, a procura da tal ''sala de aperfeiçoamento'' da qual o professor Slughorn fizera tenta propaganda na última aula de poções. Queria resolver isso antes de começar a dedicar mesmo ao processo de seleção para o clube de duelos.

- Isso é um ultraje! Eu me recuso a ficar aqui nestas condições!

Juliet olha intrigada para o sonserino que sai batendo violentamente a porta da sala que o professor de poções informara que encontraria os monitores de poções. Severo Snape rumava furibundo e em alta velocidade em direção às masmorras, obrigando a corvinal a desviar-se rapidamente se não quisesse perder os materiais que carregava.

Será que a sala é tão ruim assim? Imagina a corvinal, não resistindo a curiosidade de olhar as condições da sala reservada para as aulas de reforço na ''nobre arte das poções''. Por segurança Juliet empunhou a varinha com a mesma mão que utilizou para girar a maçaneta, esperando, a julgar pela reação menino, que estivesse repleta de diabretes da cornualha famintos, no mínimo.

- Oi Juliet, tudo bem? Pergunta uma grifinória ruiva, que estava recolocando o caldeirão sobre o suporte, as chamas apagadas pelo líquido que provavelmente estava dentro do mesmo há muito pouco tempo.

- Olá Lílian. O que houve? Eu vi o Snape saindo daqui como se tivesse um trasgo com a febre púrpura atrás dele! disse a loura, deixando os materiais na única estante do recinto.

- Bom, digamos que ele não ficou muito satisfeito quando eu contei para ele que o próprio diretor da sonserina me convocou como monitora de poções. Humpf, como se eu não tivesse outras coisas para fazer além de explicar poções para os sonserinos... E ainda me derrubou a experiência, sabe quanto tempo eu passei cortando as fatias de rabo de salamandra milimetricamente e diluindo o óleo de Borj?!

- Bom, já que o seu experimento foi temporariamente suspenso... você poderia me ajudar com um meu? Sabe, daquela dica que você me deu no ano passado.

A grifinória aponta a varinha e recita o feitiço para limpar o interior do caldeirão. ? Eu quero que você me ensine esse movimento de punho, isso sim! Acho que você é uma das pessoas mais preparadas para o clube de duelos, pelo menos das que eu soube que se inscreveram. Disse, dando uma careta para os resquícios que restaram no caldeirão.

Juliet Dorthly fica instantaneamente vermelha. -Não deve ser tão fácil assim, sem dúvida deve ter muita gente competente se preparando, e eu afinal de contas eu ainda sou somente uma quartanista né? Já ouvi histórias de que algumas pessoas quase formadas não conseguiram...

- Mas então, deu certo usar uma amostra de tecido corporal da pessoa? pergunta a outra garota, tentando distrair a colega.

- Por incrível que pareça, funcionou com uma amostra não voluntária, colhida por outra pessoa. Evanesco. Diz a corvinal, limpando a sujeira na bancada causada pelo acesso de raiva do sonserino sob o olhar estudioso da outra quartanista. - Um fio de cabelo que a irmã pegou quando ele estava dormindo, bem no dia do lançamento do livro da Nazira Horpais.

- Não acredito que você testou com o Horpais! Assombra-se a ruiva, parando repentinamente. ? Você tem que me contar como foi isso!

- Eu conto enquanto a gente estiver fazendo novas doses: eu consegui que meus pais cedessem amostras voluntariamente! Diz Juliet, apontando para os materiais que deixara na estante entre a bancada e a porta. Não eram muitas pessoas que sabiam o quanto ela queria manter um contato mais próximo com os pais, especialmente com o pai.

- Então, - disse a grifinória aproximando-se da estante onde alguns suprimentos foram disponibilizados para os alunos ? acho bom começarmos logo, por que você tem muita coisa para contar!


Juliet Dorthly às 11:27 h




segunda-feira, fevereiro 20, 2006


Concurso de Dança - Parte I

Faltava apenas um dia para o concurso e Elizabeth e Stephen estavam novamente na sala, ensaiando, para que tudo saísse perfeito.

-Lizzie é a terceira vez hoje! Que é que aconteceu com você? - inquiriu um Stephen nervoso com a falta de concentração e ritmo da amiga.
-Eu só estou nervosa, só isso - mentiu a loira; na verdade a aposta feita com Sirius não saia da sua cabeça e ficava nervosa só de pensar o que aconteceria se perdesse o concurso.
-Então pare de ficar nervosa e comece a levar a sério isso. - disse o sonserino arrogante, percebendo o quão ruim havia sido o loiro tentou arrumar - Eu sei que é muita ansiedade e um pouco de vergonha por estar na presença de todos do castelo Li, mas precisamos ter total atenção se conseguiremos ganhar, e isso seria uma vitória para aqueles lufanos insuportáveis e para a Graham.
-Tudo bem, me desculpe - disse a loira voltando a dar as mãos ao garoto e começaram a dançar novamente.

Tudo estava correndo bem, obrigado, quando no primeiro giro, onde Lizzie caída em pensamentos nem percebeu o sonserino girando-a, caiu em cima da mesa batendo na vitrola que caiu no chão partindo-se.

-Lindenberg!-repreendeu o rapaz.
-Que é agora Ludwig? Eu escorreguei e daí? Você percebeu que tudo que você faz é reclamar de tudo? Nunca nada está bom pra você Ludwig! Nunca! Invés de continuar a reclamar, como sempre, me ajude a consertar isso - ela falou levantando-se.
-Reparo - disse o sonserino rapidamente para a vitrola - Ahn claro, a culpa é minha! Eu não costumo perder meu precioso tempo ensaiando para perder para as pessoas Elizabeth! E reclamar é para quem pode, não para que quer. Demorou muito mesmo...

A loira soltou uma risada fria.

-E você tem algum poder para reclamar não é? Você não sabia nem a valsa Stephen Ludwig! Nem isso! E se agora temos uma mínima chance de ganhar é pela minha dedicação para contigo. Então que tal você parar de se achar superior em algo que você não sabe?
-Ótimo, eu não sou bom o bastante para você? Arrume outro parceiro então e aproveite e arrume um outro amigo Lindenberg. Até nunca mais! - disse o sonserino batendo a porta ao passar, odiava ser duvidado de sua capacidade para algo.

A sonserina soltou um palavrão e jogou a vitrola ao chão fazendo ela partir-se novamente. Escorou-se na porta e desceu até ao chão abraçando os joelhos. Fechou os olhos e suspirou pesadamente. Elizabeth sem Stephen? Era difícil até de imaginar. Desde que se conheceram os dois nunca mais se desgrudaram e agora ele simplesmente encerrara a amizade por causa do seu orgulho.

-Mas que bosta Stephen! - ela gritou para as paredes enquanto se levantava e guardava todas as coisas.


** às 12:43 h




domingo, fevereiro 19, 2006




A corvinense de cabelos louros não fora nem de longe uma das pessoas mais empolgadas e animadas sobre o Concurso de Dança nem sobre o baile de Dia das Bruxas. Não tão atenta ao o mundo, Nari passara os últimos dias terminando tarefas e redações, e, quando estava sem fazer nada, ficava na sala comunal ouvindo as outras corvinenses suspirarem pelos seus pares. Ela achava que não sabia dançar muito bem, mas nunca tentara de fato aprender alguma coisa sobre dança. Daí a um concurso? Seria um passo muito grande para alguém que nem mesmo tinha consciência do que estava dançando.

Na manhã seguinte, Nari nem esperava se lembrar que pensara em entrar para o Concurso, mas, para sua surpresa, a primeira memória que lhe veio do dia anterior foi o cartaz dependurado no centro do mural de avisos, na sala comunal da Corvinal. Com uma bufada, ela afastou o pensamento e levantou-se, já sem nenhum sono. O outono já havia começado há alguns dias, e o clima seco já era percebido por muitos, principalmente por quem olhava as árvores na orla da Floresta Negra.

***

Kysen olha animado para a carta do diretor. Autorizava, elogiava , mas exigia mais uma pessoa. Mas quem?

Vestindo o sobretudo, ele sai da torre da grifinória avaliando as opções. Nossa, como aquele castelo estava ficando frio!

A Lili, apesar de gostar estava cheia de atividades desde que o prof Slughorn inventou a tal monitoria de poções, as outras meninas da grifinória estavam ocupadas ora com os treinos de quadribol ora ajudando o Andy. Falando em Andy, Lufa-lufa não conhecia ninguém interessado no tema. Sonserina nem valia a pena avaliar... Juliet Dorthly estava se preparando para o desafio no clube de duelos, e....

***

Quando chegava perto do Salão Principal para tomar seu café-da-manhã, porém, a loura foi surpreendida por um grifinório de olhos e cabelos escuros que se postou diante dela, sorrindo.

- Perfeita! Diz o grifinório, quase chocando-se com a corvinal. - Quero dizer, estava te procurando, Srta McGollon. Podemos conversar?

- Bom-dia, Sheik - cumprimentou ela, chamando-o pelo apelido. - O que conta de novo?

Um lufa-lufano, que estivera acompanhando os movimentos de Nari desde que ela entrara do Hall, ao ouvir o cumprimento abaixou a flor que trazia e afastou-se. Não seria dessa vez que ele teria a companhia da jogadora em um baile.

- Na verdade, vim te procurar para pedir duas coisas - respondeu Kysen, recomeçando a andar, ao lado da garota. - Primeiro, Nari, estava me perguntando, naturalmente você já soube do baile de Dia das Bruxas, não é mesmo?

- Sim, é claro. O que é que tem o baile?

Mais uma vez, o grifinório entrou na frente de Nari. Antes que ela pudesse dizer alguma coisa, ele segurou sua mão muito cordialmente e perguntou, como um príncipe:

- Você me daria a honra de ser seu par? - E se inclinou para frente, dando um beijo de leve em sua mão. - Quero dizer - acrescentou ele, voltando à postura normal -, se você ainda não tiver com quem ir e quiser me acompanhar.

- Kysen, você não tem com quem ir? - quis saber Nari, não sabendo e era mais conveniente rir ou ficar incrédula.

- Por que acha isso?

- Bom - começou ela, alisando as vestes -, para me convidar, só se estiver sem nenhuma opção sobrando, não acha?

Ele disfarçadamente olhou desconfiado para o outro rapaz que se afastava, voltando rapidamente a atenção para ela.

- Não acho. E aí, topa ir comigo? Qual é, vamos nos divertir pelo menos por uma noite, tenho certeza de que vai ser legal. Imagina só, uma noite todinha sem pensar nos NOM's!

- Bom, se você não quer ir para dançar... Vamos para conversar sobre isso - diz o rapaz tirando a carta do diretor de um bolso oculto nas vestes.

- Acho que posso abrir uma noite para curtir com você... Se você me contar o que é isso aí!

- Perfeito! - disse ele, sorrindo mais uma vez. - Lembra que uma vez conversamos sobre como temos clube para tudo aqui em Hogwarts mas nenhum grupo de estudos organizado sobre História da Magia? Sei que muitas pessoas estão tendo dificuldades nessa matéria nesse ano e... - O grifinório oferece uma cadeira à corvinal e ambos sentam em uma das mesas do Salão Principal - ... sei também que você se interessa pelo tema. Veja qual é o meu problema. Diz ele estendendo o pergaminho sobre a mesa à frente dela.


* Post por Kysen e Nari


Nari McGollon às 11:36 h




quarta-feira, fevereiro 15, 2006


Apostando com o "Inimigo"

Elizabeth tamborilava os dedos em cima da mesa. Seu jantar intocado e seu olhar perdido na porta do Grande Salão.

-Lizzie! - Stephen chamou a atenção da loira.
-Que? - ela olhou para os lados e encontrou o olhar inquiridor do amigo.
-Faz no mínimo quinze minutos que eu estou te chamando. Estava aonde?
-Eu estava pensando numa coisa que me disseram da última vez que fomo a Hogsmeade - ela falou um tanto quanto evasiva.
-Hum, sei... - ele pareceu despreocupado.

Passou os olhos pela mesa da grifinória. Não era apenas o Black que estava faltando... Potter, Spellman, Graham... A loira deu um leve tapa na cabeça.

-Mas é claro, o treino! - ela murmurou pra si própria.
-Que treino? - perguntou Stephen olhando para a loira como se estivesse preocupado com a sanidade da amiga.
-Stephen, me espere na sala comunal. Tenho um lugar que preciso ir.

E dando um beijo no rosto do amigo saiu do salão rapidamente. Esgueirou-se pelo jardim até o campo de quadribol. Escondeu-se rapidamente atrás da arquibancada quando ouviu vozes e pode ver Spellman e Graham voltando ao castelo juntamente com Potter discutindo aluma coisa sobre estratégias de voo. Ela foi até o vestiário masculino e entrou abruptamente a fim de surpreender Black. Entretanto a surpreendida foi ela. Black estava com a toalha na cintura e os cabelos molhados, indicando que tinha acabado de sair do banho. Segurava a cueca e olhava num misto de susto e curiosidade pra invasora. Ao ver a loira abriu um sorriso e largando a cueca em cima do banco fez uma pose de "todo-poderoso" e encarava a menina. Elizabeth ficou estática por alguns segundos e logo virou-se de costas, corando levemente.

-Ora ora se não é a minha sonserina preferida que veio me visitar. E que momento oportuno você apareceu não? - Sirius falou um tom cômico na voz.
-Cale a boca Black! - ela resmungou sem forças para gritar - Eu não sabia que estava, ou melhor, não estava vestido.
-Não precisa ficar envergonhada. Eu sei que um corpo assim não se ve todo dia, pode admirar se quiser - ele riu.
-Admirar? Isso aí? - ela falou com descasso - Já vi melhor. Aliás, está gordinho hein? - mentiu ela.
Ele riu
-Ora, se não foi pra me admirar o que você está fazendo aqui?
-Eu acho que nós precisamos conversar sobre aquilo que você me falou em Hogsmeade.
-Então que tal você olhar para mim? - ele tinha um leve tom de riso na voz.
-Não, obrigada, estou bem assim. - ela resmungou fazendo-o rir.
-Eu vou me trocar, se quiser esperar aqui sinta-se... - ele falou mais foi cortado pela batida de porta que Lizzie deu ao sair do vestuário.

Com um sorriso de vitória no rosto o grifinório se trocou e foi atrás da loira para poderem conversar. Ela esperava ele na arquibancada com cara de poucos amigos. Ele foi até lá e sentou-se do lado dela.

-Então...
-O que é que você quer? - ela disparou.
-O que é que eu quero? - ele repetiu.
-Sim. O que você quer para ficar calado sobre... aquilo.
-Eu soube que você vai participar do concurso de dança.
-Vou. Então o que você quer?
-Vai participar com o seu amiguinho aguado?
-Vou participar com o Stephen que é melhor que você em qualquer situação. Pare de enrolar Black, o que você quer?
-Eu quero que você dedique a sua vitória para mim, para começo... - ele sorriu - Quem sabe falar na frente de toda a mesa da sonserina que você me acha lindo? E...
-Espera um pouquinho Black...
-Sim?
-Você também está participando do concurso.
-Estou.
-Quer dizer que já se deu por derrotado? - ela sorriu com escárnio.
-Não. Eu quero dizer que se por algum golpe de sorte você ganhar... - ele consertou mas ela o interrompeu rindo.
-Então quer dizer que o Black-todo-poderoso já está se sentindo derrotado.
-Eu nunca perco.
-Não é o que parece - ela falou sorrindo vitoriosa.
-Eu vou ganhar! - ele começara a se exaltar. Elizabeth tinha conseguido difamar o grande orgulho de Sirius Black.
-Então eu sugiro uma aposta - ela falou torcendo mentalmente para o seu plano dar certo.
-Aposta?
-Sim. Se eu ganhar, você não conta sobre a dança pra ninguém.
-Justo. E se eu ganhar?
-Eu faço o que você quiser por uma semana.

Ele sorriu malicioso.

-O que eu quiser.
-Se você ganhar.
-Então parece que temos uma aposta. Selamos com um beijo?
-Que tal selarmos com a minha mão na sua cara?
Ele riu e estendeu a mão.
-Que vença o melhor - ela apertou a mão dele e voltou para o castelo logo em seguida.


*Escrito por Lizzie


** às 13:25 h




quinta-feira, fevereiro 09, 2006




Mesmo sem vontade nenhuma, Callista andava em direção às masmorras. Teria a primeira aula prática de poções com Snape e achava que só um dos dois sairia com vida de lá. Ele era intragável e ela estava sem paciência e sem boa vontade.

"- Mas professor, o senhor sabe que eu não deveria ter aulas com ele. Você sabe muito bem como estou e não é culpa minha!

- Não tente usar isso como desculpa, srta. Graham."


A grifinória tinha tentando adiar ou cancelar a aula, mas seu professor de poções não aceitou seu pedido e lá estava ela indo em direção a uma das salas vazias que o professor cedeu para os dois estudarem.

Chegou com 5 minutos de antecedência, sabendo que já encontraria o sonserino a sua espera. Com o som da porta abrindo, Snape virou para confirmar se era a grifinória que entrava.

- Pelo menos chegou cedo. Soube que tentou desmarcar a aula.

- Para o seu azar, eu falhei. O que faremos?

- Algo que eu considero bem simples, uma Poção Estimulante. Espero que esteja capacitada para isso.

Suspirando, Cal mordeu o lábio para não responder. Sabia que poderia acabar explodindo e estava se esforçando para se controlar, o que vinha conseguindo com sucesso ultimamente. Nem tinha ido azarar o Parrot, com queria e conseguiu desviar todas às vezes que via Andy.

Liv até tentou ir com a amiga para a aula, mas Cal a lembrou que realmente precisava aprender poções ou não iria conseguir passar e se era para ser com o Ranhoso, que fosse.

- Como vi em suas respostas, você sabe a matéria e os ingredientes que devem ser colocados e suas funções. O problema deve estar em fazer as poções. Isso ou você conseguiu me enganar ao responder aquilo tudo.

- Sua fé em minha capacidade me impressiona. O que devo fazer?

Sem falar nada Snape pegou o pergaminho onde continha todos os ingredientes e o que deveria ser feito.

- Separe os ingredientes antes de começar a fazer a poção. Assim você não perde tempo e não há possibilidade de errar. Já deixe os ingredientes picados e na quantidade certa, mas você vai ter que aprender a não ficar tão presa assim ao que diz no modo de fazer.

Mesmo a contra gosto, a grifinória podia perceber que o sonserina sabia o que falava e estava sabendo explicar direito. Ele mostrou a ela outras utilidades que os utensílios tinham, além do sempre cortar/picar.

Alguns minutos depois ela começou a fazer a poção indicada pelos seu "professor".

- Não Graham. Você está fazendo ao pé da letra o que está escrito! Sinta o cheiro e veja que está errado!

- Não era para ter nada de errado, coloquei a quantidade exata da raiz e mexi 3 vezes para a direita. É exatametne o que está escrito.

- Você tem que perceber quando há erros. Nenhuma balança é 100% perfeita e cada pessoa tem sua força e velocidade para mexer. Merlin, que cabeça dura! Presta atenção no que digo!

Callista sorriu para o sonserino, o que o deixou desconcertado com a reação da garota.

- O que foi? - Snape perguntou rispidamente, tentando esconder o quanto ficara sem graça.

- Até que você não é tão ruim assim.

- Isso era para ser um elogio? - Foi a vez do sonserino responder com sarcasmo.

- Era. Então me diga qual o cheiro que eu deveria sentir aqui?

Snape levantou levemente o canto do lábio, era quase um sorriso. Cal nem percebeu e ficou prestando atenção em tudo o que ele falava. Após uma hora ele já guardava seu material.

- Continue aqui e leia esse livro. Me devovla ele inteiro na próxima aula de poções.

- A próxima aula de poções será em dois dias.

- Então leia rápido!

- Você está adorando ter esse poder todo, não é?

O sonserino não respondeu, somente a olhou e repetiu o que falara várias vezes durante a aula.

- Você até poderia fazer boas poções se conseguisse prestar atenção no que faz. Estude!

Com esse quase elogio, Cal ficou na sala estudando o livro que ele lhe dera.


Cal às 07:23 h




domingo, fevereiro 05, 2006




Stephen estava passeando mais uma vez fora do horário perdido pelo castelo de Hogwarts. A cada barulho, ruído ou qualquer som o corpo inteiro dele estremecia e seu rosto começava a suar. Nã que estivesse com medo, apenas receoso do que poderia vir a encontrar na proxíma cruzada do corredor.

-Stephen?- Gritou uma voz masculina que ecôou por todo o salão fazendo o loiro levar um susto.

-Quem está ai?-Perguntou com a voz firme apesar do treme-treme de suas pernas.

Um alto rapaz moreno saiu do escuro corredor a sua frente, seu rosto estava escondido pelas sombras, Stephen arregalou os olhos com medo do que viria a seguir. A sombra a sua frente levantou a varinha com um rápido aceno fez a ponta da mesma se acender revelando seu rosto: Sirius Black estava parado a cinco passos de distância do loiro.

-O que você quer Black?- Perguntou Stephen com desprezo na voz mais firme após se recompor do susto.

-O que você faz essa hora andando por ai?-Perguntou Sirius que estava tão perdido em palavras após o susto quanto o loiro.

Após um breve momento de silêncio em que eles apenas trocaram olhares, o loiro passou a mão nos cabelos e respondeu:

-Isso não lhe interessa.

- A mim não, mas talvez ao professor Slughorn sim.-Riu Black

-O traidor do próprio sangue simpatizante de sangues-ruins Black agora revela sua nova façanha: Ser dedo-duro, interessante. Embora meu caro do mesmo modo que Slughorn ficaria sabendo que estivesse aqui, Mcgonagall saberia de você. E não é preciso ter mais que dois neuronios, a quantidade que você tem, para saber quem terá o pior castigo.

-Panaca, isso não vai ficar assim.

-Que foi? Vai esperar seus amiguinhos estiverem perto para agir? Não é capaz de fazer algo sozinho?-Alfinetou Stephen

-Ah vá caçar carrapatos em explosivins Ludwig.- Resmungou Black

-Se eu não lhe conhecesse diria que estivesse com medo Black-Falou o loiro retirando a varinha.

-Você tem certeza que quer ficar aqui até amanhã cedo esperando que alguém o ache para socorre-lo?

-Não, porque eu não vou ficar aqui, diferente de você Black.

Sirius retirou a varinha, fizeram suas reverências e começaram a duelar, vários os feitiços eram rebatidos para as paredes e faziam um estrendo barulho por todo o castelo. Um dos feitiços de Black acertou de raspão no braço esquerdo do Loiro, fazendo um corte que começara a sangrar. Stephen mandou vários feitiços ao mesmo tempo, e um deles acertou a mão erguida do garoto fazendo a varinha voar longe. Vários passos correndo vinham do corredor ao lado. Black e Ludwig se olharam uma última vez e sairam correndo juntos pelo corredor opost ao barulho. Após correrem dez minutos chegaram a um ponto que não ouviam mais passos então pararam. Prontos para continuar o duelo, o loiro retirou a varinha rapidamente, Black fora o imitar mas percebera que perdera a varinha na correria do local.

-Idiota, não cuida nem da própria varinha-Resmungou Stephen colcoando a varinha para dentro das vestes novamente.

-Cala a boca.

-Terminamos isso outro dia Black-Disse o loiro saindo de perto do grifinório e indo em direção as masmorras.

Postado por: Stephen Ludwig


DiH às 13:05 h



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