Este blog é uma fanfic coletiva inspirada no universo de Harry Potter, pertencente a J.K. Rowling, mostrando as aventuras paralelas de personagens originais, durante a sua permanência em Hogwarts.
Os eventos do Magic se passam durante a década de 70, mais precisamente no ano de 1975, quando os Marotos frequentavam o quarto ano em Hogwarts.

Correio-Coruja






Nome: Callista Graham
Apelido: Cal
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: Artilheira
Objeto Especial: Minha varinha, símbolo de que sou bruxa!
Desilusão: Ter claustrofobia e não conseguir ficar em lugares muitos fechados. Só seus amigos sabem sobre o fato que ela ficou soterrada quando criança e que toma uma poção da Madame Pomfrey todos os meses para poder conseguir assistir as aulas...
Aparência: Cabelos castanhos ondulados e olhos lilases. Seria considerada comum e normal se os olhos não chamassem tanta atenção.
Personalidade: Personalidade e opinião fortes, difícil de convencer (praticamente uma cabeça dura). Tem que provar que está errada, mas se o fizer será sempre muito respeitado por ela. Pouco estudiosa, mas sabe muito bem as matérias que gosta. Adora os amigos e em Hogwarts sente sua 2ª casa.
Animal de Estimação: Uma coruja negra chamada Hipólita.






Nome: Liv Joanne Spellman
Apelido: Não tenho
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: Artilheira
Objeto Especial: Um anel dado pela minha mãe - herança de minha avó. Vem passando pelas mulheres da família há séculos!
Desilusão: Não ter irmãos e não ter conhecido os avós.
Aparência: Baixinha, magra, cabelos negros, compridos, ligeiramente ondulados, olhos azuis. Muito bonita, chama atenção por onde passa. Talvez pela herança élfica de seus antepassados...
Personalidade: Estudiosa, cdf, porém arteira, moleca, brincalhona. Gosta de jogar quadribol e pregar peças nos amigos. É sincera e honesta, divertida, e defende seus ideais e seus amigos com unhas e dentes. Não mede esforços para alcançar seus objetivos. É determinada e corajosa, doce, meiga e companheira. Um tanto irritada e explosiva. É uma menina muito popular na escola.
Animal de Estimação: Uma gatinha branca persa, a Lúthien.






Nome: Andrey Storm
Apelido: Andy
Idade: 15 anos
Ano: 5º ano
Quadribol: Apanhador e capitão do time.
Objeto especial: Uma capa da invisibilidade.
Desilusão: Ter uma irmã na sonserina.
Aparência: Alto, cabelos castanhos claro, olhos cinzentos. Muito bonito. Pele branca.
Personalidade: Ele é um menino de boa índole, mas personalidade forte. Bom amigo, fiél, companheiro. Simpático, inteligente, sempre de bom humor. Dedicado aos estudos e a tudo o que se propõe fazer. Humilde e modesto.
Animal de estimação: Uma coruja-das-torres chamada Penélope.






Nome: Stephen Ludwig Parott
Apelido: Lud
Idade: 15 anos
Ano Escolar: 5º ano
Posição no Quadribol: Batedor
Objeto Especial: Um pequeno caderno preto, não é de valor, mas foi presente de sua mãe.
Desilusão: Não ser respeitado como deveria sendo herdeiro de uma das mais tradicionais familias sangue-puros.
Aparência: Alto, branquelo, com cabelos loiros e lisos na altura do olhos azuis.
Personalidade: Quieto, reservado e - de vez enquando - falso. Restrito a pequenos grupos de amigos e sempre está anotando coisas no pequeno caderno preto.
Animal de Estimação: Uma coruja branca das neves fêmea chamada Mandy.






Nome: Maximillian Fierman Lonen
Apelido: Max
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: Batedor
Objeto Especial: Minha varinha, sem ela, o que seria de mim?
Desilusão: Ah, não tantas... Mas confesso que meu orgulho ficou ferido quando não fui a casa dos inteligentes, porque sei que sou bastante... Mas a quem diga que meu orgulho é ainda maior.
Aparência: 1,76 de altura, 77 kg, olhos azuis, cabelos pretos e lisos e até um pouco acima do ombro.
Personalidade: Orgulhoso ao extremos, se ceder a algo ou alguém, é porque considera muito a pessoa, ou então está de MUITO bom-humor. Em geral é bem humorado e não possui o preconceito habitual por grifinórios, apenas por aqueles que não gosta (A maioria, huahuahua!)
Animal de Estimação: A minha coruja Freya, mas quando vou ao jardim, uma raposa se junta a mim. Já até dei nome a ela: Íris.






Nome: Juliet Dorthly
Apelido: Juli
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: não joga, torce de passagem para um "certo goleiro".
Objeto Especial: A pena, presente da mãe.
Desilusão: Saber que com aquele-que-não-deve-ser-nomeado livre, nunca terá certeza se o pai voltará para casa.
Aparência: Altura normal para uma garota, loira, olhos azuis, a pele tão clara que ruboriza quando ri.
Personalidade: É alegre e estudiosa, apesar disso parecer contradição. Está sempre com um livro por perto, mas larga-o de bom grado para ajudar um amigo.
Animal de Estimação: um gato chamado "Miau".






Nome: Kysen Amoy Horpais
Apelido: Sheik, faraó... os amigos brincam com a origem dele.
Idade: 15 anos
Ano Escolar: 5º ano
Posição no Quadribol: Goleiro. (Modéstia a parte, bom)
Objeto Especial: Uma urna funerária, de um dos membros mais antigos da família.
Desilusão: ser menosprezado por suas origens.
Aparência: É um rapaz bonito de pele morena, alto, cabelos negros e cacheados maior que a maioria dos rapazes e olhos escuros. Um físico que denuncia a descendência árabe.
Personalidade: Inteligente sem grande esforço é reservado como o pai em seus assuntos pessoais, mas brincalhão com os amigos e conhecidos. Paquerador, mas leal: não excede o número de 4 "protegidas" ao mesmo tempo. Não ver problemas de ter mais de uma namorada lhe rende algumas confusões.
Animal de Estimação: Um falcão chamado Nuha, presente de sua avô materna (significa prudente, de fala inteligente em homenagem a ela).






Nome:: Elizabeth Chevallier Lindenberg
Apelido: Lizzie
Idade: 15
Ano Escolar: Quinto
Posição no Quadribol: Artilheira
Objeto especial: Um anel que contém uma serpente com olhos de esmeralda, que fica guardado em sua gaveta, presente de seu avô, um ex-sonserino.
Desilusão: Ver que sua irmã é tão infantil e patricinha.
Aparência: Alta, olhos cinzas, cabelos loiros lisos levemente ondulados.Tem um corpo esbelto, é realmente linda e tem a aparência delicada, embora não a seja.
Personalidade: Elizabeth é uma garota extremamente teimosa e decidida. Sempre consegue o que quer. Diferente da irmã, Catherine, nunca se interessou por futilidades. Tem tendência e perder a paciência com lufa-lufanos e gosta de "praticar" maldições e azarações em primeiranistas desavisados. Quando está em casa sempre consegue irritar seu pai, que a deixa de castigo. Orgulhosa, gosta sempre de dar a última palavra. Adora quadribol. Tem habilidade em duelos e é excelente em preparo de poções. Ainda contra a criação que lhe fora imposta, a menina não se preocupa com questões de sangue. Claro que todo o convívio com a família lhe impôs um certo nojo por pessoas de sangue-ruim. Apesar de não ser um modelo de aluna sempre passou com méritos em todas as matérias. É sempre cabeça-dura, mas também é bem-humorada e divertida. E tem o seguinte lema: não me incomode que eu não te mando pra ala hospitalar.
Animal de estimação: Uma coruja acinzentada chamada Hades, que é extremamente inteligente e temperamental.






Nome: Anita Fieramosca
Apelido: Nita - bom, pelo menos é o único publicável...
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: Eu poderia ser uma grande batedora, se eu quisesse...
Objeto especial: Meu canivete mágico.
Desilusão: Não ter conseguido entrar como batedora no time....
Aparência: Estatura média, olhos verde-esmeraldas faiscantes, cabelos louros displicentemente jogados nas costas.Sou meio estabanada, mas sempre tento ser a mais elegante da sala. Tenho uma cicatriz no joelho esquerdo, de um tombo que tomei.
Personalidade: Não tenho papas na língua e falo exatamente o que estou pensando - exceto se é mais proveitoso que eu fique calada. Sou espevitada, e não fujo de brigas. Apesar de um tanto maliciosa, eu sei exatamente o que falar e para quem falar na hora de falar. Estudar não faz parte da minha vida - e nem por isso eu sou a última em todas as matérias Eu não sou exatamente comportada, e isso quer dizer que se eu não gosto de você, há uma enorme chance de você ser a próxima vítima de minhas *inocentes* brincadeirinhas. Sou devotada ao meu irmão mais velho, Ramón Fieramosca, e sei que ele é inocente, não importa o que uma banca babaca de aurores diga que ele tenha feito, pois eu sei que ele não seria capaz de assassinar ninguém! E não tolero que alguém diga qualquer coisa mal intencionada sobre ele!
Animal de estimação: Hat, o gato. - que pra nada serve.






















Harry Potter, nomes, personagens, lugares e demais fatos relacionados são propriedade de J.K. Rowling, Warner Bros, Bloomsbury, Scholastic, etc. Este site não possui fins lucrativos.




Layout by Liv Spellman - Exclusivo para o Magic Past. Proibida cópia e/ou reprodução.

Art utilizada no lay out by Tina Ling

This page is powered by Blogger. Isn't yours?




terça-feira, maio 23, 2006




O dia estava lindo, o céu estava azul e os pássaros cantavam. Parecia que tudo tinha sido construído para fazer Callista sorrir ao acordar e ir em direção ao salão para tomar café da manhã. Na verdade tudo tinha sido construído pela mente da grifinória, pois apesar do céu estar nublado e feio tudo o que ela conseguia ver era beleza da vida.

Sorrindo, Cal se arrumou e balançava a cabeça a cada vez que pensava em Andy. Ainda não acreditava que era verdade e que estavam juntos. Ele era muita areia para o caminhão dela, mas lá estava ele, em sua mente, dizendo o quanto a achava linda.

Descidiu ir logo para o salão e encontrar com seu namorado, estava com saudades apesar de tê-lo visto na noite anterior. Não se importava que achassem bobo, ela estava se sentido assim boba e feliz.

Um pouco antes de chegar na porta do salão, a grifinória de olhos violetas ouviu seu nome e virou para ver que a chamara. Ao ver Soren em um canto olhando para ela, sentiu seu coração mandar diminuir a alegria. Desde que começara a namorar o lufano, não tinha prestado atenção em mais nada, nem em uma pessoa que possa ter ficado triste com o novo relacionamento.

- Soren, você que me chamou?

- Quando eu soube que ia com o Potter para o baile pensei que não era nada demais, afinal o cara tem uma fama triste e nunca achei que você seria mais uma dele. - O corvinal começou a falar sem nem falar nada antes. - No dia seguinte eu vejo você o lufano juntos e seu irmão me confirmou que estavam namorando. Por que nunca aceitou sair comigo?

Cal suspirou um pouco e se aproximou do rapaz, aquela não era o tipo de conversa para a platéia de Hogwarts.

- Desculpa, mas se eu não saí com você foi porque não queria ser falsa ou me aproveitar. Eu sabia que gostava, pelo menos um pouco, de mim. - Cal escolhia cuidadosamente as palavras, não podia jogar que já gostava do Andy e só não sabia quanto.

- Se tivesse me dado uma chance poderia ter gostado de mim.

O coração da grifinória ficou pequeno, não sabia o que falar. Nunca tinha ficado em uma situação parecida e não vinha nada que pudesse falar que fosse ajudar. Pediu a Merlin que a ajudasse a fazê-lo entender ela deu um meio sorriso ao ouvir a voz do seu irmão atrás.

- Soren? Cal? Por que estão aí mais ao canto? - Tim até sabia o motivo, mas sentiu que sua irmã estava em uma situação complicada e foi ajudá-la.

- Nada Tim. Só estava dando os parabéns a sua irmã pelo namoro dela. - Ao terminar a frase p corvinal colocou as mãos no bolso e saiu em direção ao salão.

Os irmãos esperaram o outro se afastar antes de começar a falar algo. Tim sentiu as mãos da sua irmã caçula o envolver em um abraço.

- Obrigada.

- Complicada a situação, né?

- Na verdade eu ia colocar a culpa em você, já que nunca deixou o coitado falar mais que uma frase comigo. - Ela sorriu para ele.

- Como assim? Venho aqui te salvar de uma situação em que se via claramente que você não sabia o que fazer e ainda ouço essa. Triste... triste...

- Discordo, apesar de tudo estou feliz... feliz... - Cal calou abrindo um sorriso bobo e o puxando pelas mãos para irem tomar café da manhã também.

- Espero que esse Andrey não faça nada de errado e se comporte.

- Ele vai se comportar dignamente enquanto no beijamos

- Eu não preciso ouvir isso. E pleo amor de Merlin não me faça ver isso!

A grifinória ria da frase que acabara de ouvir.

- Se quer uma boa notícia, ele fala que eu devo estudar mais.

- Então ele não é tão ruim assim, é responsável pelo menos.

- Que tal se você falar com ele e tirar suas próprias conclusões?

- Ainda não chegou a hora de eu dar uma de ?irmão mais velho? com ele.

Os dois entraram no salão e se despediram, ele ia falar com o amigo e tentar animá-lo um pouco e Cal procurou rapidamente um par de olhos cinzentos que olhavam para ela, a esperando.

Os dois trocaram um leve beijo e a grifinória sentou na mesa da Casa dos Texugos para ficar com o namorado. Sendo os dois de casas diferentes e anos diferentes, teríam poucos intervalos para se verem e matar a saudade.

"Nossa, já estou contado quanto tempo vou demorar para vê-lo novamente." Com esse pensamento, Cal sorriu e baixou a cabeça chamando a atenção do garoto ao seu lado.

- Me conte o motivo do seu sorriso.

- Nada demais, só estava pensando bobeiras. - Achou melhor disfarçar, não iria se entregar falando que estava pensando nele.

- Bobeiras tipo o corvinal que entrou amuado e você e seu irmão entrando depois? - Andy não tinha comentado nada na hora que eles entraram, mas achou que ela estava pensando nisso.

- Essa frase faz parecer que está com ciúmes...

- E se estiver? Sei que o garoto volta e meia te chamava para sair e era o seu irmão que o cortava.

- Eu vou dizer que não tem motivos nenhum para sentir ciúmes. Repare como fico sorrindo só de estar ao seu lado ou pensando em você.

O lufano sentiu um calor gosto dentro do seu peito ao ouvir aquelas palavras. Não sabia dizer o quanto gostava de Callista, mas sabia que precisava ouvir o que ela sentia. Andy abraçou sua namorada, a puxando mais para perto e sorrindo ao sentir a cabeça dela encostando no seu ombro. Pensando como contava o tempo para poder ficar ao lado da grifinória, Andy abaixou a cabeça sorrindo e dando um beijo na namorada.

*****

O blog Expresso Hogwarts Está realizando um torneio Tri-Bruxo para comemorar seus 3º aniversário, é um Torneio de Dolls, Cartões e Fanfics. Para saber mais, clique no buttom abaixo.







Cal às 07:36 h




terça-feira, maio 16, 2006




Mesmo se fazendo alguns dias depois de que toda a empolgação geral de todos para com o baile havia se esvasado, algumas pessoas ainda saboreavam o gostinho da vitória, e outras da derrota. Stephen Ludwig era um deles. O loiro andava sorrindo desde que havia ganho o prêmio em primeiro lugar, e nada nem ninguém iria desinflar aquele seu ego imenso. Enquanto isso um pouco mais a longe no mesmo corredor, Cal Graham conversava animdamente com sua amiga Liv sobre um estudo que teriam que fazer para transfigurações, MInaerva não estava brincando quando falou que se fizessem mal o trabalho seria a última coisa que fariam.

-Então você pode ir na biblioteca e pegar esse slivros para nós, e nos vemos em meia hora, tudo bem? - Perguntou Cal após Liv repassar três vezes a mesma lista mentalmente.

-Tudo bem então. Estarei esperando lá no salão comunal, não demore. - Respondeu Liv saindo de perto da amiga.

-Parece que os burros resolveram estudar - Alfinetou Stephen ao passar perto da garota.

-E parece que os idiotas aprenderam a falar - Resmungou em resposta.

Stephen virou-se de modo que ficava de frente para a garota, a encarou com um sorriso bobo na face, maneou a cabeça para o lado jogando seus cabelos para trás e respondeu:

-Eu sei que você me ama, que você me quer e que daria o mundo para ficar comigo - Começou ele rindo mais ainda enquanto Cal fazia uam cara de nojo e indiginação - Porém eu não saiu com ralés.

-Não, claro, suas amiguinhas são todas gente boa, claro.

-Meu circulo de amizade intima não é para o seu bico, granja. - Alfinetou novamente.

-Granja? - Perguntou ela fracamente, esquecendo-se completamente que estavam em uma discução. - Vai catar frasquinhos de poções pro Slughorn vai.

-Ah, tenho certeza que o seu par romântico, Severus, já faz isso, com a sua ajuda claro. Ele está lhe ensinando a puxar o saco dos professores também ou isso é um dom nato dos idiotas mesmo?

-Não é um dom nato dos idiotas, porque você não tem, e sendo o idiota-mor.. - Falou sensatamente.

-Falando em idiota-mor, eu lhe vi no baile, estava horrivél, claro. Nada comparada a musas e belas donzelas da sonserina, e o seu parzinho também. Onde aprenderam a dançar? Dentro de um bar com um elfo faxineiro imundo?

-Isso não é de seu interesse, mas só para constar eu aprendi a dançar em uma das escolas mais tradicionais da...

-Então temos que fecha-lá logo, é um insulto alguém dançar tão mal assim, e não fique falando a sete ares o nome da escola Granja, ou você quer que eles fiquem igual a sua família.. falida... ?

-Eu ainda não sei porque eu perco o meu tempo com você papagaio. Você étão obtuso e tão idiota que não consegue ver um palmo a sua frente quando esse palmo não se trata de seu mundinho fútil e verde e prata.

-Melhor verde e prata do que vermelho e dourado - Sensatou ele.

-Ai, até nunca mais Stephen - Falou a garota, mas antes de sair o sonserino começara a falar novamente.

-Primeira coisa, para você Sr. Ludwig, graham. E depois, não me culpe a sua inveja de eu ter ganho o baile, somos totalmente diferentes um do outro, podemos ver aqui a riqueza - Ele apontou para o seu peito - e a pobreza - Apontou com o dedo indicador a menina. - E isso também é válido para o nobre e a pebleu.

-Você anda lendo muitos contos de fadas.

-Certamente. E sabe o que eu aprendi com eles? A pebleu nem sempre tem um final feliz, e isso me deixa feliz Graham, muito feliz.

-Seu animal, adeus.

-Até mais, perdedora. - Falou Stephen saindo dali mais alegre do que se encontrava no começo da tarde, ele começara a cantar uma música, algo como 'Slytherin Pride' que não era ouvido de onde a garota estava nesse momento.

Cal balançou a cabeça, não era possível que houvesse gente igual aquele garoto, e se tivesse ela desejava não mais encontrar, de idiota já bastava o loiro. A grifinória então lembrou-se do encontro que tinha com Liv e saiu correndo destino ao sétimo andar, o salão comunal da grifinória.

Por: Stephen e Cal


DiH às 10:03 h




domingo, maio 07, 2006


Consequências do Baile...

- Posso ser filhote de trasgo, mas, pelo menos, eu não tenho um irmão criminoso e condenado! -disse Black em voz alta, quando Anita já estava virando as costas para ir embora.

As últimas palavras do grifinório tiveram um efeito inesperado na sonserina. Ela não só se irritou, como era a intenção dele. Ela ficou vermelha, os cabelos arrepiados, e rangeu os dentes.

E então, quando Black sacou a varinha para se defender de um possível feitiço, ela virou-se e desferiu com toda sua força, um soco na cara dele.

- SRTA.FIERAMOSCA, O QUE PENSA QUE ESTÁ FAZENDO?

------------------------------------------------------------------------------------------------

E lá estava ela, novamente na sala da professora mais irritante de toda a Hogwarts, cujo nome era Minerva McGonnagal. A carranca de ambas mantinha-se firme, mas Anita Fieramosca não estava nada, nem um pouco arrependida do que havia feito.

Com seus braços cruzados, em posição de desafio, ela esperava uma bronca, mas não era por isso que haveria de pedir desculpas a Sirius Black. "Ele provocou", justificava-se mentalmente.

- Senhorita Fieramosca, já é a terceira vez neste mês que venho chamar-lhe a atenção por causa de feitiços indevidos... - começou McGonnagal, tentando manter a postura calma.

- Mas eu não usei feitiço algum, desta vez. - interrompeu-a a outra, fuzilando-a com o olhar.

- Você agrediu um outro aluno, srta.Fieramosca. E uma agressão é tão grave quanto um feitiço usado fora de hora...

- Ah, faça-me o favor....

- Como é que é?! - perguntou ela, zangadamente, olhando para a menina a sua frente, espantada.

- Professora, eu estou farta disso tudo. É a terceira vez essa semana que eu venho parar aqui.

- A escola também está farta disso, senhorita. Ficamos felizes que finalmente compreenda. - ela falou arrogantemente.

- A senhora é que não me compreendeu. É a terceira vez que venho parar aqui INJUSTAMENTE.

- Injustamente, senhorita Fieramosca? Na primeira vez, a senhorita literalmente explodiu o caldeirão do sr.Black, na outra vez, a senhorita colocou fogo nas vestes dele, e agora, deu um soco no rosto do sr.Black!

- Black, Black, Black! Veja só professora, todas as acusações envolvem de algum modo o ?senhor? Black! Será que sou eu a culpada por todas elas? - explodiu a menina, batendo com força na mesa e adotando uma cara irônica - Claro...eu tenho prazer em ver caldeirões explodindo, coloquei a fogo nas vestes do garoto só pra ver o que acontece, e agora, eu dei um soco nele porque estava afim!

Ela deu um suspiro, com força, e terminou olhando acusadoramente:

- Será possível, professora que a senhora seja a única que não perceba que Black tem uma parcela de culpa em todos esses casos?! Do contrário, por que eu não escolheria outra pessoa, não é mesmo? Mas óbvio...Black é grifinório...e eu sou sonserina.

- A senhorita NÃO ouse insinuar que eu dou algum tipo de preferência aos meus alunos de casa...!

- Mas é o que está parecendo! - disse ela, e recostou-se na cadeira - Será que a senhora não vai nem ouvir minha versão dos fatos antes de me sentenciar a duas semanas de detenção com o Filch?

A última frase pareceu surtir algum impacto na vice-diretora, que respirou fundo e considerou o pedido.

- Parece justo. Continue.

- Eu estava no jardim, quando Black saiu da trupe com quem ele geralmente anda, para me importunar. " Olha lá a 'namorada' do Ranhoso! É tão feia e nojenta quanto ele, eles se merecem....!" - ele gritou para mim. Impassível, eu respondi que se fosse por feiúra, Severo namoraria é com ele, que mais parece um filhote de trasgo. E estava deixando o jardim, quando ele veio pra perto de mim e disse bem alto: "Posso ser filhote de trasgo, mas, pelo menos, eu não tenho um irmão criminoso e condenado!". E então, eu bati nele, claro.

Anita respirou fundo e preparou-se para a bateria de perguntas que, inevitavelmente, surgiriam.

- Mas como "claro", senhorita Fieramosca? Por acaso pensas que é algo ?natural? bater em outros alunos?

- Professora, ele insultou meu irmão.

- Apesar de tanto quanto derespeitoso, o sr.Black não disse nada mais que a verdade.

- Não finja que não me conhece, McGonnagal. Meu irmão NÃO é criminoso, ele foi condenado por uma injustiça, e eu posso provar!E você bem sabe que eu não tolero que se diga qualquer coisa sobre ele nesse sentido! - Anita falou sem controle algum.

-Em primeiro lugar, é PROFESSORA McGonnagal para você, Fieramosca! Em segundo lugar, até que você consiga provar que Ramón Fieramosca não é culpado pelo assassinato de Elizabeth Carthier, o que Black disse não deixa de ser verdade e você terá que aceitar isso! - ela respondeu elevando a voz para a menina e colocando seu dedo em riste na cara - Basta, eu já ouvi o suficiente. Chamarei o senhor Black a prestar contas aqui. Ainda assim, a senhorita cumprirá 2 semanas...

- ...de detenção com o sr.Filch. É eu sei. E você me mandará um bilhete avisando quando e onde devo encontra-lo."Está dispensada" - terminou ela, desalentada, imitando a professora com surpreendente perfeição.

Sem mais uma palavra, Anita saiu de fininho da sala da vice-diretora, que se tivesse tido mais dois segundos para pensar, provavelmente teria condenado-a a sofrer mais três semanas.

Aproveitou o corredor livre para correr até as masmorras, onde professor Slughorn estava ocupado dando aula.

- Desculpe o atraso, professor. Estava numa... "audiência particular com a professora McGonnagal". - disse abrindo a porta da masmorra, e jogando seu material do lado do de Max Fierman.

- Tome seu lugar e já comece a seguir as instruções do quadro, srta.Fieramosca. - avisou ele com um sorriso enquanto sentava-se ao lado de Max.

- Como foi? - perguntou ele à guisa de oi e sem tirar os olhos da poção que estava borbulhando verde no caldeirão.

- Horrível, para variar. Eu e a velha discutimos pra caramba....

- E você tem detenções por mais 2 semanas com o Filch, imagino.

- Que novidade, hein...

- Só não vá se meter de novo em brigas com o Black....ele é amigo da Liv, você sabe..

- É, mas a questão é que VOCÊ é o amiguinho dela, não eu.... - eu respondeu Anita aos sussurros, e olhando para a poção em seu caldeirão, perguntou - Que cor era pra estar isso, hein?

- Laranja claro. - Max respondeu acrescentando um pouco de lagartas picadas no seu caldeirão, o que fez a mistura sibilar e ficar roxo berrante.

- Acho que estamos ferrados em Poções....

- De toda forma, - continuou ele ignorando o último comentário - você é minha amiga, de modo que eu não gostaria que você e o Black ficassem se matando pelos corredores.

- Escuta aqui, Max, você realmente acha que eu gosto de ficar fazendo do Black um saco de pancadas?
- Na verdade.... - ele começou, agora olhando diretamente para a loura - é o que parece.

- Pois eu ODEIO ficar encarando isso! Odeio quando chamam meu irmão de criminoso, louco, assassino, quando eu sei que isso não é verdade! E de alguma forma, EU é quem fico fora do normal, e Black sabe disso. E aí, eu tento faze-lo parar, sofrer.Mas no fim, quem se dá mal sou sempre eu.... - respondeu Anita, amargurada pela segunda vez no dia, mexendo o caldeirão e acrescentando ingredientes a esmo, sem prestar atenção no que estava fazendo.

- Desculpa, Nita. Eu falei sem pensar...duvido que você atacasse o Black só pelo prazer de fazer isso... - Max respondeu, arrependido. Sua amiga já tinha arranjado problemas demais com aquele assunto.

- Deixa pra lá, OK? Vamos nos concentrar nas...poções...que deveriam estar laranjas.... - falou a outra, finalmente prestando atenção em sua poção, rosa choque, no momento, e que exalava um cheiro horrível de peixe e ovo podre.

- Hmmm, parece que a Fieramosca não tomou banho direito hoje...- gritou Black do outro lado da classe.

- Cala a Boca, Infeliz. - retrucou a menina, tentando consertar o estrago que acidentalmente fizera.

E então, mexeu duas vezes na poção....e ela fez um grande e bonito CABUM.

- SENHORITA FIERAMOSCA!

- Ai, de novo não.


Anita Fieramosca às 16:41 h




quinta-feira, maio 04, 2006




Lizzie estava sentada em uma poltrona em frente à lareira. Uma cerveja amantegada que fora surrupiada por meios que não interessam, na mão e os olhos perdidos em algum ponto na tapeçaria de Salazar Slytherin que tinha na parede. Pode ouvir passos descendo as escadas do dormitório masculino e logo Stephen juntava-se a ela em um poltrona ao lado.

-No que está pensando Li? - ele perguntou espreguiçando.

-Coisas - ela falou evasivamente.

-Sei... E que coisas seriam essas? - ele perguntou disposto a ajudar a amiga.

-Ah... você sabe... os exames, a minha irmã... - ela mentiu.

-Você sabe que não consegue mentir pro seu melhor amigo não é? - ele perguntou encarando os olhos cinzentos da loira.

Ela suspirou e maneou a cabeça afirmativamente.

-Se não quer contar tudo bem... Eu só queria ajudar.

-Eu sei Lud. Mas é que... Você é muito estranho. Às vezes você parece não estar nem escutando o que eu falo, e tem horas, como agora, que você consegue decifrar as minhas mentiras.

Ele sorriu meia boca.

-Eu sempre te escuto Li. Confesso que as vezes estou realmente aéreo, mas isso não significa que não esteja escutando o que você está falando.

Ela balançou a cabeça e sorriu.

-Fazem 6 anos já né? E a culpa é toda sua. Loiro metido. - ela riu.

-A culpa é sua dona Lizzie - ele retribuiu o sorriso - Você estava na minha cabine.

-Era a primeira vez que você ia a Hogwarts Stu, como que era sua cabine? - ela arqueou uma das sobrancelhas risonha.

Ele deu ombros.

-Era a minha cabine.

Ela sorriu, estava vencida, seu amigo era teimoso o bastante para deixar que lhe convencer de que a cabine não o pertencia. O loiro se jogou em uma poltrona a frente da amiga e

- Quer fazer alguma coisa além de passar o dia inteiro trancada no salão comunal bebendo um contéudo surrupiado ou prefere fazer alguma coisa melhor?

- Como o que Stu? - Perguntou a menina após bebericar a bebida

Ele parou um pouco e elevou seus pensamentos até uma conversa que 'sem querer' ouvira Tiago tendo com Sirius. Exatamente hoje eles iriam partir para uma aventura com duas garotas da lufa-lufa e Remo iria estudar, então sobrava o pequeno e covarde Pedro, sozinho a solta no castelo.

- Eu acho que podemos azucrinar uma pequena, indefesa e tonta pessoa. - Ele sorriu.

- Mas para isso teremos que azucrinar outros três idiotas junto.. - Ela parou e fez uma cara como se não gostasse da idéia. - Estamos esperando o que? - Ela levantou-se com um pulo da poltrona e virou todo o contéudo restante do copo.

- Não se anime tanto. Temos apenas um alvo hoje. Sirius, Tiago e Remo estam fora hoje. - Ele levantou também e ofereceu o braço a amiga, o qual foi aceito rapidamente.

- Como soube?

- Digamos que uma cobra verde me contou - Riu o sonserino após cruzar o portal com Lizzie ao seu lado.

A loira maneou a cabeça rindo. Andaram pelo labirinto de corredores durante vários minutos até que ouviram vozes em uma das salas desocupadas do terceiro andar. Entreolharam-se e foram até lá. Conforme andavam Lizzie ia reconhecendo aquela voz desmedidamente irritante.

-Stu, é a Bellatrix que está lá - ela falou com uma careta.

Antes que o loiro pudesse responder outra voz conhecida se fez presente. Pedro Pettigrew. Os dois franziram o cenho. Que diabos Bellatrix e Pedro estão fazendo em uma sala desocupada e juntos? Dando ombros Stephen abriu a porta da sala e deparou-se com uma reunião de sonserinos setimanistas e Pedro conversando. Arqueou uma das sobrancelhas.

-Estão fazendo uma festa e não avisam? - ele perguntou.

Bellatrix murmurou um: "Deixe que eu cuido disso" para os outros e saiu da sala empurrando Stephen e fechando a porta atrás de si.

-Ah, a Lindenberg também está aqui, é claro - ela falou revirando os olhos - Um não vai em nenhum lugar sem o outro. - ela falou em um tom repulsivo. - Ótimo. Então já aviso os dois de uma vez só. Não se metam aonde não foram chamados. E quanto ao Pedro - ela pretendia continuar mais foi interrompida por Lizzie.

-Cale a Boca Black. Merlin sua voz me irrita! - a loira falou com asco. - Escute aqui. Não estamos nem um pouco interessados no que você faz ou deixa de fazer. E quanto ao Pedro - ela falou imitando a voz da outra - Fique com ele, faça o que quiser. E não, não vamos mais azarar aquele perdedor se é isso que você quer ó princesinha das sombras - Lizzie falava interruptívelmente e irônicamente.

-Escute aqui Lindenberg, quem você pensa que é pra falar assim comigo? - Bellatrix levantou o dedo apontando para a cara da loira que sorriu falsamente e agarrou o dedo da colega de casa.

-Eu sou aquela que vai quebrar o seu maldito dedo se você não calar a maldita boca e parar de ameaçar. Você pode ser do sétimo ano, mas acredite, eu acabo com você - ela falava com um olhar de nojo.

Bellatrix riu.

-Ah, então você acha que pode me ganhar em um duelo é?

Lizzie revirou os olhos

-Não acredito! Você entendeu! - ela falou irônicamente.

Bellatrix fechou a cara.

-Não vou perder meu tempo contigo. Traidora do próprio sangue - ela falou com nojo e antes de voltar para dentro da sala avisou - E não se metam onde não devem!

Lizzie precipitou-se pra cima da morena por quem nutria tanto nojo mas Stu segurou a amiga.

-Ela não valhe a pena. - ele falou sensatamente. - Outro dia, em outra hora onde não tenha 20 outros setimanistas prontos para atacar a gente.

Lizzie bufou.

-Ela me dá nos nervos! Se ahando a rainda da sonserina. Gah! Que NOJO - a loira falava de punhos cerrados.

- A Black pensa que manda em alguma coisa por causa de sua familia idiota.. Ela devia era mais cuidar do panaca do Sirius. Até agora eu não conheci uma pessoa pior que ele. Vindo de uma familia tradicional e agora se torna isso? Uma lástima, macuando com os Potter.. totalmente lamentável...

- E porque você não falou nada? - Perguntou Lizzie quando eles já estavam no quarto andar.

- Porque a Bellatrix pode ser útil, uma hora ou outra. Temos que ter calma e frieza para fazermos alianças falsas com pessoas que tem uma certa influência para que possamos, depois, passar por cima delas e também humilha-las, mostrar a elas o seu real lugar. E no caso de Bellatrix, uma cela bem trancada em Azkaban, para que nunca mais saia. Não acha?

- Eu acho que isso vai ser o que ela mais vai desejar quando eu pegar ela! EU vou matar aquela mosca verde idiota.

- Bem.. já que não podemos acabar com o imbecil do Pedro, porque ele está tendo uma festinha com os setimo-anistas, o que quer fazer? Acho que podemos desfrutar de nossa recém fma de ganhar o concurso de dança e fazer alguns primeiro-anistas de escravos, o que acha?

- Só se eles forem até aquela morena idiota e lhe derem um soco no meio da cara! - Lizzie bufou novamente.

- Aguammenti! - Ordenou Stephen coma varinha apontada para Lizzie, um jato de água a tingiu no meio do rosto, deixando a garota parada, perplexa, a sua frente.

- Ora seu... - Começou a falar tirando as mechas úmidas de cabelo da frente de seu rosto.

-Você não me vence em uma guerra de água Lizzie, confesse! - Riu Stephen saindo correndo enquanto Lizzie retirava a varinha e corria atrás do menino murmurrando feitiços para tentar atingi-lo.

Passaram o restante da tarde correndo de um lado o outro, molhando tudo e todos por onde passavam , o que deixou, a antes nervosa Lizzie, muito mais calma e risonha. Stephen no entanto, apesar dos risos e da correria não conseguia tirar da sua cabeça uma pergunta: O que estaria Pedro fazendo no meio de tantos sonserinos?

Por: Lizzie e Stu


DiH às 07:48 h



<body>