Este blog é uma fanfic coletiva inspirada no universo de Harry Potter, pertencente a J.K. Rowling, mostrando as aventuras paralelas de personagens originais, durante a sua permanência em Hogwarts.
Os eventos do Magic se passam durante a década de 70, mais precisamente no ano de 1975, quando os Marotos frequentavam o quarto ano em Hogwarts.

Correio-Coruja






Nome: Callista Graham
Apelido: Cal
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: Artilheira
Objeto Especial: Minha varinha, símbolo de que sou bruxa!
Desilusão: Ter claustrofobia e não conseguir ficar em lugares muitos fechados. Só seus amigos sabem sobre o fato que ela ficou soterrada quando criança e que toma uma poção da Madame Pomfrey todos os meses para poder conseguir assistir as aulas...
Aparência: Cabelos castanhos ondulados e olhos lilases. Seria considerada comum e normal se os olhos não chamassem tanta atenção.
Personalidade: Personalidade e opinião fortes, difícil de convencer (praticamente uma cabeça dura). Tem que provar que está errada, mas se o fizer será sempre muito respeitado por ela. Pouco estudiosa, mas sabe muito bem as matérias que gosta. Adora os amigos e em Hogwarts sente sua 2ª casa.
Animal de Estimação: Uma coruja negra chamada Hipólita.






Nome: Liv Joanne Spellman
Apelido: Não tenho
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: Artilheira
Objeto Especial: Um anel dado pela minha mãe - herança de minha avó. Vem passando pelas mulheres da família há séculos!
Desilusão: Não ter irmãos e não ter conhecido os avós.
Aparência: Baixinha, magra, cabelos negros, compridos, ligeiramente ondulados, olhos azuis. Muito bonita, chama atenção por onde passa. Talvez pela herança élfica de seus antepassados...
Personalidade: Estudiosa, cdf, porém arteira, moleca, brincalhona. Gosta de jogar quadribol e pregar peças nos amigos. É sincera e honesta, divertida, e defende seus ideais e seus amigos com unhas e dentes. Não mede esforços para alcançar seus objetivos. É determinada e corajosa, doce, meiga e companheira. Um tanto irritada e explosiva. É uma menina muito popular na escola.
Animal de Estimação: Uma gatinha branca persa, a Lúthien.






Nome: Andrey Storm
Apelido: Andy
Idade: 15 anos
Ano: 5º ano
Quadribol: Apanhador e capitão do time.
Objeto especial: Uma capa da invisibilidade.
Desilusão: Ter uma irmã na sonserina.
Aparência: Alto, cabelos castanhos claro, olhos cinzentos. Muito bonito. Pele branca.
Personalidade: Ele é um menino de boa índole, mas personalidade forte. Bom amigo, fiél, companheiro. Simpático, inteligente, sempre de bom humor. Dedicado aos estudos e a tudo o que se propõe fazer. Humilde e modesto.
Animal de estimação: Uma coruja-das-torres chamada Penélope.






Nome: Stephen Ludwig Parott
Apelido: Lud
Idade: 15 anos
Ano Escolar: 5º ano
Posição no Quadribol: Batedor
Objeto Especial: Um pequeno caderno preto, não é de valor, mas foi presente de sua mãe.
Desilusão: Não ser respeitado como deveria sendo herdeiro de uma das mais tradicionais familias sangue-puros.
Aparência: Alto, branquelo, com cabelos loiros e lisos na altura do olhos azuis.
Personalidade: Quieto, reservado e - de vez enquando - falso. Restrito a pequenos grupos de amigos e sempre está anotando coisas no pequeno caderno preto.
Animal de Estimação: Uma coruja branca das neves fêmea chamada Mandy.






Nome: Maximillian Fierman Lonen
Apelido: Max
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: Batedor
Objeto Especial: Minha varinha, sem ela, o que seria de mim?
Desilusão: Ah, não tantas... Mas confesso que meu orgulho ficou ferido quando não fui a casa dos inteligentes, porque sei que sou bastante... Mas a quem diga que meu orgulho é ainda maior.
Aparência: 1,76 de altura, 77 kg, olhos azuis, cabelos pretos e lisos e até um pouco acima do ombro.
Personalidade: Orgulhoso ao extremos, se ceder a algo ou alguém, é porque considera muito a pessoa, ou então está de MUITO bom-humor. Em geral é bem humorado e não possui o preconceito habitual por grifinórios, apenas por aqueles que não gosta (A maioria, huahuahua!)
Animal de Estimação: A minha coruja Freya, mas quando vou ao jardim, uma raposa se junta a mim. Já até dei nome a ela: Íris.






Nome: Juliet Dorthly
Apelido: Juli
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: não joga, torce de passagem para um "certo goleiro".
Objeto Especial: A pena, presente da mãe.
Desilusão: Saber que com aquele-que-não-deve-ser-nomeado livre, nunca terá certeza se o pai voltará para casa.
Aparência: Altura normal para uma garota, loira, olhos azuis, a pele tão clara que ruboriza quando ri.
Personalidade: É alegre e estudiosa, apesar disso parecer contradição. Está sempre com um livro por perto, mas larga-o de bom grado para ajudar um amigo.
Animal de Estimação: um gato chamado "Miau".






Nome: Kysen Amoy Horpais
Apelido: Sheik, faraó... os amigos brincam com a origem dele.
Idade: 15 anos
Ano Escolar: 5º ano
Posição no Quadribol: Goleiro. (Modéstia a parte, bom)
Objeto Especial: Uma urna funerária, de um dos membros mais antigos da família.
Desilusão: ser menosprezado por suas origens.
Aparência: É um rapaz bonito de pele morena, alto, cabelos negros e cacheados maior que a maioria dos rapazes e olhos escuros. Um físico que denuncia a descendência árabe.
Personalidade: Inteligente sem grande esforço é reservado como o pai em seus assuntos pessoais, mas brincalhão com os amigos e conhecidos. Paquerador, mas leal: não excede o número de 4 "protegidas" ao mesmo tempo. Não ver problemas de ter mais de uma namorada lhe rende algumas confusões.
Animal de Estimação: Um falcão chamado Nuha, presente de sua avô materna (significa prudente, de fala inteligente em homenagem a ela).






Nome:: Elizabeth Chevallier Lindenberg
Apelido: Lizzie
Idade: 15
Ano Escolar: Quinto
Posição no Quadribol: Artilheira
Objeto especial: Um anel que contém uma serpente com olhos de esmeralda, que fica guardado em sua gaveta, presente de seu avô, um ex-sonserino.
Desilusão: Ver que sua irmã é tão infantil e patricinha.
Aparência: Alta, olhos cinzas, cabelos loiros lisos levemente ondulados.Tem um corpo esbelto, é realmente linda e tem a aparência delicada, embora não a seja.
Personalidade: Elizabeth é uma garota extremamente teimosa e decidida. Sempre consegue o que quer. Diferente da irmã, Catherine, nunca se interessou por futilidades. Tem tendência e perder a paciência com lufa-lufanos e gosta de "praticar" maldições e azarações em primeiranistas desavisados. Quando está em casa sempre consegue irritar seu pai, que a deixa de castigo. Orgulhosa, gosta sempre de dar a última palavra. Adora quadribol. Tem habilidade em duelos e é excelente em preparo de poções. Ainda contra a criação que lhe fora imposta, a menina não se preocupa com questões de sangue. Claro que todo o convívio com a família lhe impôs um certo nojo por pessoas de sangue-ruim. Apesar de não ser um modelo de aluna sempre passou com méritos em todas as matérias. É sempre cabeça-dura, mas também é bem-humorada e divertida. E tem o seguinte lema: não me incomode que eu não te mando pra ala hospitalar.
Animal de estimação: Uma coruja acinzentada chamada Hades, que é extremamente inteligente e temperamental.






Nome: Anita Fieramosca
Apelido: Nita - bom, pelo menos é o único publicável...
Idade: 14 anos
Ano Escolar: 4º ano
Posição no Quadribol: Eu poderia ser uma grande batedora, se eu quisesse...
Objeto especial: Meu canivete mágico.
Desilusão: Não ter conseguido entrar como batedora no time....
Aparência: Estatura média, olhos verde-esmeraldas faiscantes, cabelos louros displicentemente jogados nas costas.Sou meio estabanada, mas sempre tento ser a mais elegante da sala. Tenho uma cicatriz no joelho esquerdo, de um tombo que tomei.
Personalidade: Não tenho papas na língua e falo exatamente o que estou pensando - exceto se é mais proveitoso que eu fique calada. Sou espevitada, e não fujo de brigas. Apesar de um tanto maliciosa, eu sei exatamente o que falar e para quem falar na hora de falar. Estudar não faz parte da minha vida - e nem por isso eu sou a última em todas as matérias Eu não sou exatamente comportada, e isso quer dizer que se eu não gosto de você, há uma enorme chance de você ser a próxima vítima de minhas *inocentes* brincadeirinhas. Sou devotada ao meu irmão mais velho, Ramón Fieramosca, e sei que ele é inocente, não importa o que uma banca babaca de aurores diga que ele tenha feito, pois eu sei que ele não seria capaz de assassinar ninguém! E não tolero que alguém diga qualquer coisa mal intencionada sobre ele!
Animal de estimação: Hat, o gato. - que pra nada serve.






















Harry Potter, nomes, personagens, lugares e demais fatos relacionados são propriedade de J.K. Rowling, Warner Bros, Bloomsbury, Scholastic, etc. Este site não possui fins lucrativos.




Layout by Liv Spellman - Exclusivo para o Magic Past. Proibida cópia e/ou reprodução.

Art utilizada no lay out by Tina Ling

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sexta-feira, abril 27, 2007


Estamos em manutenção

E quase voltando!!!
Aguardem!


Liv Spellman às 00:09 h




quarta-feira, julho 12, 2006


Grifinória x Sonserina - II

visão verde e prata

Os alunos da casa da serpente e da casa do leão estavam anciosos desde a semana passada, o motivo? O dia de hoje. O primeiro jogo da temporada de quadribol chegava com um clássico: Grifinória x Sonserina. Os corredores pareciam um clube de duelos aberto entre vermelhos e verdes. Os jogadores eram vítima de atentados contra o bem estar para ficarem mal para o jogo, porém ao término de tudo aquilo restavam apenas as discussões no salão principal naquele café da manhã, afinal ninguém iria querer levar uma detenção por azararem um companheiro de escola na frente dos professores.

Stephen, Max e Lizzie sairam confiantes do salão principal e caminhavam destino ao campo. Lizzie, a qual se mantinha ao meio dos garotos pois acabara de separar uma briga horrivél deles, avistou ao longe o professor de Poções. Slughorn estava com uma capa verde brilhante de latejolas prateadas, claramente torcendo pela casa em que era diretor, mas algo a fez rir muito e mostrar aos seus companheiros: a camisa do professor estava tão apertada que deixava dois dedos de sua pequena barriga a mostra e o botão do meio salientado para cima, prestes a estourar.

Ao chegarem no vestiário o pequeno e imponente capitão do time já os aguardavam. Ele discutia calmamente uma jogada com um dos artilheiros do time, a loira correu para escutar, afinal essa era a sua responsabilidade: fazer com que os leões comessem a goles. Max e Stephen se olharam emburrados e foram se trocar.

Em pouco tempo tudo estava pronto e os serpentes invadiram o campo montado em suas vassouras perfeitas. A multidão explodiu em vivas e vaias: O jogo estava prestes a começar.

Logo que começou, Stpehen vôou alto para avistar de longe rapidamente os balaços e ir a encontro deles para rebate-los. Max ficara mais abaixo, sua estrategia era diferente. Já Lizzie corria de um lado para o outro tentando interceptar a goles do time do leão. A falta de punho do capitão para com o time afetou nisso: cada um jogava conforme achava melhor. Não tinham uma estratégia de grupo, não jogavam como grupo.

- Fierman, não pega leve com ela só porque ela é sua namorada! - Stephen berrou lá de cima ao ver Max com um balaço perto ao mesmo tempo que a namorada passava, o lance seria certeiro.

Max estava abrindo a boca para xingar o louro, mas antes que o pudesse fazer qualquer coisa, um balaço veio rapidamente ao seu encontro. O sonserino pegou o bastão e com toda a sua força rebateu contra Sirius. Assim que o balaço atinge o grifinoriano, Liv ajuda Sirius a se manter na vassoura carregando-o. Max olha para a cena e com um grande pesar se arrepende do que tinha feito, ao mesmo tempo que mais uma goles passava pelos aros da sonserina, o dia não estava para eles.

Lizzie via o mal desempenho do time da sonserina e a má estrategia traçada pelo capitão, o qual estava com a goles agora mesmo. A menina irritou-se mais ao ver que o capitão perdia a goles pela terceira vez seguida. Ela guinou sua vassoura rapidamente contra a artilheira da grifinória e com um baque forte retirou a goles da mão da garota. Ela passou por vários jogadores, tanto vermelhos quanto verdes, mas não passou a goles. Chegou nos arcos e com toda a sua raiva aremessou a goles, a torcida verde e prata rompeu em vivas, Lizzie havia feito um ponto. Virou sua vassoura até onde estavam os artilheiros da sonseirna e berrou:

- É assim que se faz, viram?

Lizzie estava vermelha de raiva, todos no time verde estavam, diferente do tima da casa do leão, despreocupados davam um banho na sonserina, o que irritava mais ainda as serpentes.

Stephen rebateu um balaço contra Graham, porém a menina desviou. Ele xingou alto e Max, que estava perto, veio zombar do garoto.

- Aquilo vale para você também Parrot, não pegue leve com a sua namorada!

- Cala a boca Fierman! - Bravejou o louro.

- Oh, então não pode tocar no assunto de sua namorada? - Max virou sua vassoura rapidamente para desviar de um balaço que vinha ao seu encontro, porém não o rebateu mais, estava mais interessado em discutir com o louro do que jogar.

- Olha aqui Fierman, você.. - Mas Stephen não terminou a frase, o terceiro apito seguido avisando de mais um ponto da Grifinória fez com que os garotos acordassem e cada um fosse para um lado.

Lizzie passou voando para todos os lados tentando pegar a maldita goles que era passada rapidamente pelas mãos das artilheiras. Max conseguiu acertar um balaço no terceiro artilheiro da grifinória, o que o fez se sentir melhor, mas não o fez escapar dos comentários sobre Liv.

Não demorou muito e Potter pegou o pomo-de-ouro, dando vitória ao time da casa dos leões e fazendo todos do time verde e prata ficarem com raiva. Para piorar a situação, eles ainda viram Sirius dançar em sua vassoura mostrando que eram perdedores.

A artilheira da sonserina pensou em ir fazê-lo parar, mas não foi mais rápido que Max. Em pouco segundos Sirius estava caido com uma pequena morena que tentara ajudá-lo abaixo dele.

Uma grande confusão começou entre os dois times e só acabou depois que os times foram enviados para seus respectivos vestiários. Todos da sonserina foram calados se trocar e mais uma vez calados andaram até as masmorras. Agora era só esquecer a derrota e se preparar para azarar o primeiro grifinório que tentar humilhá-los.

Por: Time de quadribol da sonserina


DiH às 15:36 h




sexta-feira, julho 07, 2006




Grifinória x Sonserina
visão vermelha e dourada


Para os alunos da Sonserina e os da Grifinória, aquele era um dos dias mais importantes do ano, era a esperada partida de quadribol entre as casas e a rivalidade que a muito tempo existe ficava mais forte. Os alunos da Corvinal e da Lufa-lufa se dividiam, apesar da grande maioria torcer para Grifinória.

Na mesa da casa dos leões, Tiago estava nervoso e pedia para todos comerem e descerem logo. Não queria atrasos nem desculpas para que algo de errado acontecesse. Lupin tentava acalmá-lo, mas Sirius estava tão nervoso quanto e os dois acharam melhor descerem logo para o vestiário.

- Meninas, não demorem! E Liv, não vá até a mesa inimiga hoje!

- É Liv, não devemos confraternizar com o inimigo. - Cal brincou com a amiga.

- Que chato o Tiago. Como se eu fosse jogar diferente só porque o Max está no outro time.

- E vai? - Andy chegou sentando ao lado da namorada e passando o braço em volta da cintura dela.

- Claro que não! Que coisa vocês! - Liv levantou e saiu pisando forte em direção ao campo.

****


No vestiário estavam todos prontos esperando e nervosos, sabiam que seria um jogo difícil. Mais pela rivalidade do qualquer outra coisa.

- Somos os melhores, mas não vamos deixar isso subir a cabeça. Vocês façam a maior quantidade de pontos possíveis, Kysen seja a barreira humana que sempre foi e não sei mais o que falo. Vocês sabem muito bem o que fazer e vamos arrasar!

Todos sorriram do modo de falar de capitão do time e pegaram suas vassouras, a hora tinha chegado e o jogo iria começar.

Madame Hooch soltou o pomo e logo a partida começou. A torcida gritava animando os jogadores e na primeira jogada Liv pegou a goles e foi salva de um balaço por Sirius. Em uma jogada ensaiada, ela passou a goles para Cal que marcou o primeiro ponto para a Grifinória. E a platéia vermelha e dourada irrompeu em gritos e aplausos, enquanto o mar verde e prata do outro lado do campo vaiava furiosamente.

Spellman sorriu ao ouvir Parott gritar com o outro batedor não pegar leve com a namorada. Ela não a cena era por demais engraçada. Sabia que Max nunca jogaria um balaço nela e a machucaria. Nem na Graham, embora na amiga da namorada poderia até ser que ele acertasse um sem querer... E olhou séria para Fierman, não se conteve e acabou sorrindo pro garoto. Deu um giro na vassoura e voltou ao foco da partida.

Não podendo jogar diretamente na namorada ou na melhor amiga dela, pelo menos com o intuito de machucá-la, Max usou sua força para tentar acertar um balaço em Kysen, que desviou por muito pouco.

A partida seguiu emparelhada, os artilheiros eram bons e Lizzie parecia decidida a mostrar que era melhor que Cal e Liv. No meio da partida houve uma falta a favor da Grifinória após Stephen ter batido com o bastão ?sem querer? na vassoura de Callista, dando mais vantagem ao time da casa dos leões.

Após uma hora de jogo, Potter viu o pomo de ouro e com uma manobra mirabolante conseguiu pegá-lo dando a vitória à Grifinória. Sirius não resistindo atiçar maisos sonserinos, começou a dançar com sua vassoura na frente do time da serpente, falando o quão superiores os grifinórios eram.

Fierman estava extremamente chateado em perder a partida e ao ver a dança da vitória de Black, não resistiu e voou até um dos balaços e o lançou com toda força em direção à Sirius. O batedor grifinório recebeu o golpe no estômago e caiu da vassoura. Spellman em uma manobra rápida voou até o companheiro de time, mas não conseguiu agüentar o peso do corpo do garoto e os dois caíram na areia do campo.

- Spellman, você está bem? - perguntou gemente, Sirius Black.

- Fou... ficar melhor... se focê sair... de cima de mim - tentava balbuciar Liv sem ar, completamente esmagada pelo batedor.

O sonserino viu que acabou fazendo sua namorada socorrer o grifinório que tanto odeia e ficou com mais raiva ainda. Ele não percebeu que Graham estava com a goles na mão mirando nele e começou a descer para ver como Liv está. Callista aproveitou que Max estava mais próximo do chão e acertou a goles com força na cabeça do garoto que caiu da vassoura também.

Todos do time começam a entrar em discussão e não percebem que Parrot se preparava para jogar o próprio bastão em Graham e só não o fez por que Horpais o roubou de sua mão na hora que mirava. Stephen voou atrás do goleiro da grifinória para pegar seu bastão de volta, mas foi interrompido por um feitiço de Madame Hooch que fez todos ficarem imóveis. Para desespero de Spellman, que continuava imprensada no chão como sardinha enlatada com todo o peso do robusto Black pesando em seu abdome.

Os dois times foram enviados para seus respectivos vestiários, onde os alunos da sonserina ficaram reclamando. No vestiário da grifinória era pura festa, onde ninguém estava se encomodando com a pequena confusão no final.

- Vocês estão pulando assim porque fui eu que fiquei esmagada. - Liv ainda sentia como se um balaço tamanho Black a tivesse acertado.

- Culpa do seu namorado que me acertou. - Sirius passava a mão onde o balaço o acertou.

- Culpa sua que ficou dançando para humilhá-los.

Nem precisou terminar a frase e Sirius e Tiago começaram a imitar a dança da vitória que fora feita anteriormente.

- Precisam de mais ritmo, definitivamente. - Callista ria do jeito desengonçado dos garotos dançando.

Kysen lembrou a todos que a festa já estava acontecendo na sala da grifinória, o que fez o time se aprontare rapidamente para a comemoração. A grifinória da olhos violetas olhou para a amiga e viu que ali tinha uma sombra de algo que achava que sabia.

- Liv, o Max não está chateado com você. Ele até que foi bem cavalheiro durante todo o jogo.

- Eu sei, mas é uma situação chata. Você vai ver quando for Grifinória x Lufa-lufa.

- Nem me fale. Vou me preocupar quando chegar o jogo. - Cal já tinha pensado sobre isso, mas tentava não ficar presa em suposições.
Quando chegaram na Torre da Grifinória, qualquer tipo de pensamento ruim fora esquecido. Os rapazes tinham conseguido muita cerveja amantegada e a festa estava alta e barulhenta. Todos os alunos de todos os anos estavam lá se divertindo e comemorando. Cal e Liv sorriram uma para outra, pois tinham merecido aquela festa. A vitória tinha sido realmente bonita.


Cal às 11:54 h




domingo, junho 11, 2006




Naquela manhã cinzenta e chuvosa, os alunos do salão comunal da sonserina estavam encolhidos em seu canto conversando baixo com a pessoa ao lado mas sem deixar de vistoriar o almejado lugar das lareiras, o qual estava ocupado por dois sonserinos que conversavam animadamente. Stephen e Elizabeth ocupavam todo o espaço que quatro poltronas ocupariam, entretanto não davam chance para que outros dois se aproximassem, o lugar era exclusivimente deles e ninguém os tiraria dali.

Quando menos esperavam uma ave preta pousou na poltrona de Stpehen, fazendo-o sobreassaltar-se antes de dirigir-se a coruja. Era dele, as letras corrias e mal definidas denunciavam isso, só podia ser um sangue ruim ou de um traidor do próprio sangue, pensava Stephen. E ele estava certo.

-O que é? - Perguntou Lizzie ao ver que o sorriso do loiro só aumentava ao decorrer da carta.

-Tenho um assunto pendente para resolver - Falou Stephen sem dar maior detalhes, deixando Lizzie com a pulga atrás da orelha.

-Vai demorar? - Perguntou a garota ao ver que assim que o loiro levantou-se três pessoas levantaram-se ao mesmo tempo a fim de ocupar o lugar do loiro.

-Não, decididamente não. Você pode guardar meu lugar para mim? - Perguntou sem esperar respostas e saindo dali.

-Claro - Falou Lizzie baixo como se o loiro tivesse esperando uma resposta. Ela jogara sua mochila em cima da poltrona e lançara olhares furiosos aqueles que se aproximavam.

Não demorou muito para Stephen chegar ao local marcado. Ainda não havia ninguém, com um grande e cansado suspiro o loiro encostou na parede mais proxíma. Ele não havia entendido porque o rapaz quis marcar naqueles horário e naquele lugar, certamente seriam pegos ao lançar o primeiro feitiço.

-Ah, então o alface já está ai? - Perguntara o moreno que havia acabado de chegar.

-Não, na verdade eu estou no meu salão comunal ainda, se não percebeu.- Resmungou em resposta.

-O-ho, parece que o aguado acordou com o pé direito hoje - Falou Sirius dando risada.

-Você me chamou aqui para terminarmos o que haviamos começado ou para papear Black?

-Tudo bem, tudo bem. - Começou o moreno agora sério. - Vamos ir para um lugar mais seguro que esse, aqui não posso quebrar seu nariz sem chamar atenção.

-E porque marcou aqui se você iria mudar de lugar? - Indagou o loiro

-Não confio em sonserinos, simplesmente isso.

-E eu tenho que confiar em você? Como vou saber se você não está tramando uma para eu cair na garra de seus amiguinhos inúteis?

-Se eles fossem inúteis você não estaria com medo deles - Começou o moreno - Entretando ou é assim ou não lutamos.

-Ah sim, claro. O dono da verdade o Sr. Sirius Black dá as ordens, claro. Porque não me disse isso antes Sr? Gostaria de uma xícara de chá também? - Respondou o loiro irônico - Se liga Black.

-Tudo bem então o Sr.garçom, como faremos?

-Dois para cada lado, iremos ter um duelo justo, é o minimo que se pode esperar de alguém que tenha uma família de sangue puro, mesmo essa pessoa sendo você Black. - Falou Stephen após pensar um pouco

-Fico lisonjeado - Zomboou Black.

-Escolha o seu padrinho e eu escolho o meu. Quando estivermos pronto marcados um dia e um local neutro. Nem perto da torre norte nem das masmorras, concorda? - Disse esticando a mão para o moreno apertar

-Feito alfação - Disse Sirius apertando a mão do loiro.

-Então Black aproveite seus últimos dias de braços e pernas inteiros - Falou Stephen soltando a mão do garoto e dando meia volta para ir até as masmorras.

-Eu mereço? Cada um viu, tinha que ser da casa da serpente - Ria Sirius.


Postado por: Stephen Ludwig


DiH às 10:07 h




terça-feira, maio 23, 2006




O dia estava lindo, o céu estava azul e os pássaros cantavam. Parecia que tudo tinha sido construído para fazer Callista sorrir ao acordar e ir em direção ao salão para tomar café da manhã. Na verdade tudo tinha sido construído pela mente da grifinória, pois apesar do céu estar nublado e feio tudo o que ela conseguia ver era beleza da vida.

Sorrindo, Cal se arrumou e balançava a cabeça a cada vez que pensava em Andy. Ainda não acreditava que era verdade e que estavam juntos. Ele era muita areia para o caminhão dela, mas lá estava ele, em sua mente, dizendo o quanto a achava linda.

Descidiu ir logo para o salão e encontrar com seu namorado, estava com saudades apesar de tê-lo visto na noite anterior. Não se importava que achassem bobo, ela estava se sentido assim boba e feliz.

Um pouco antes de chegar na porta do salão, a grifinória de olhos violetas ouviu seu nome e virou para ver que a chamara. Ao ver Soren em um canto olhando para ela, sentiu seu coração mandar diminuir a alegria. Desde que começara a namorar o lufano, não tinha prestado atenção em mais nada, nem em uma pessoa que possa ter ficado triste com o novo relacionamento.

- Soren, você que me chamou?

- Quando eu soube que ia com o Potter para o baile pensei que não era nada demais, afinal o cara tem uma fama triste e nunca achei que você seria mais uma dele. - O corvinal começou a falar sem nem falar nada antes. - No dia seguinte eu vejo você o lufano juntos e seu irmão me confirmou que estavam namorando. Por que nunca aceitou sair comigo?

Cal suspirou um pouco e se aproximou do rapaz, aquela não era o tipo de conversa para a platéia de Hogwarts.

- Desculpa, mas se eu não saí com você foi porque não queria ser falsa ou me aproveitar. Eu sabia que gostava, pelo menos um pouco, de mim. - Cal escolhia cuidadosamente as palavras, não podia jogar que já gostava do Andy e só não sabia quanto.

- Se tivesse me dado uma chance poderia ter gostado de mim.

O coração da grifinória ficou pequeno, não sabia o que falar. Nunca tinha ficado em uma situação parecida e não vinha nada que pudesse falar que fosse ajudar. Pediu a Merlin que a ajudasse a fazê-lo entender ela deu um meio sorriso ao ouvir a voz do seu irmão atrás.

- Soren? Cal? Por que estão aí mais ao canto? - Tim até sabia o motivo, mas sentiu que sua irmã estava em uma situação complicada e foi ajudá-la.

- Nada Tim. Só estava dando os parabéns a sua irmã pelo namoro dela. - Ao terminar a frase p corvinal colocou as mãos no bolso e saiu em direção ao salão.

Os irmãos esperaram o outro se afastar antes de começar a falar algo. Tim sentiu as mãos da sua irmã caçula o envolver em um abraço.

- Obrigada.

- Complicada a situação, né?

- Na verdade eu ia colocar a culpa em você, já que nunca deixou o coitado falar mais que uma frase comigo. - Ela sorriu para ele.

- Como assim? Venho aqui te salvar de uma situação em que se via claramente que você não sabia o que fazer e ainda ouço essa. Triste... triste...

- Discordo, apesar de tudo estou feliz... feliz... - Cal calou abrindo um sorriso bobo e o puxando pelas mãos para irem tomar café da manhã também.

- Espero que esse Andrey não faça nada de errado e se comporte.

- Ele vai se comportar dignamente enquanto no beijamos

- Eu não preciso ouvir isso. E pleo amor de Merlin não me faça ver isso!

A grifinória ria da frase que acabara de ouvir.

- Se quer uma boa notícia, ele fala que eu devo estudar mais.

- Então ele não é tão ruim assim, é responsável pelo menos.

- Que tal se você falar com ele e tirar suas próprias conclusões?

- Ainda não chegou a hora de eu dar uma de ?irmão mais velho? com ele.

Os dois entraram no salão e se despediram, ele ia falar com o amigo e tentar animá-lo um pouco e Cal procurou rapidamente um par de olhos cinzentos que olhavam para ela, a esperando.

Os dois trocaram um leve beijo e a grifinória sentou na mesa da Casa dos Texugos para ficar com o namorado. Sendo os dois de casas diferentes e anos diferentes, teríam poucos intervalos para se verem e matar a saudade.

"Nossa, já estou contado quanto tempo vou demorar para vê-lo novamente." Com esse pensamento, Cal sorriu e baixou a cabeça chamando a atenção do garoto ao seu lado.

- Me conte o motivo do seu sorriso.

- Nada demais, só estava pensando bobeiras. - Achou melhor disfarçar, não iria se entregar falando que estava pensando nele.

- Bobeiras tipo o corvinal que entrou amuado e você e seu irmão entrando depois? - Andy não tinha comentado nada na hora que eles entraram, mas achou que ela estava pensando nisso.

- Essa frase faz parecer que está com ciúmes...

- E se estiver? Sei que o garoto volta e meia te chamava para sair e era o seu irmão que o cortava.

- Eu vou dizer que não tem motivos nenhum para sentir ciúmes. Repare como fico sorrindo só de estar ao seu lado ou pensando em você.

O lufano sentiu um calor gosto dentro do seu peito ao ouvir aquelas palavras. Não sabia dizer o quanto gostava de Callista, mas sabia que precisava ouvir o que ela sentia. Andy abraçou sua namorada, a puxando mais para perto e sorrindo ao sentir a cabeça dela encostando no seu ombro. Pensando como contava o tempo para poder ficar ao lado da grifinória, Andy abaixou a cabeça sorrindo e dando um beijo na namorada.

*****

O blog Expresso Hogwarts Está realizando um torneio Tri-Bruxo para comemorar seus 3º aniversário, é um Torneio de Dolls, Cartões e Fanfics. Para saber mais, clique no buttom abaixo.







Cal às 07:36 h




terça-feira, maio 16, 2006




Mesmo se fazendo alguns dias depois de que toda a empolgação geral de todos para com o baile havia se esvasado, algumas pessoas ainda saboreavam o gostinho da vitória, e outras da derrota. Stephen Ludwig era um deles. O loiro andava sorrindo desde que havia ganho o prêmio em primeiro lugar, e nada nem ninguém iria desinflar aquele seu ego imenso. Enquanto isso um pouco mais a longe no mesmo corredor, Cal Graham conversava animdamente com sua amiga Liv sobre um estudo que teriam que fazer para transfigurações, MInaerva não estava brincando quando falou que se fizessem mal o trabalho seria a última coisa que fariam.

-Então você pode ir na biblioteca e pegar esse slivros para nós, e nos vemos em meia hora, tudo bem? - Perguntou Cal após Liv repassar três vezes a mesma lista mentalmente.

-Tudo bem então. Estarei esperando lá no salão comunal, não demore. - Respondeu Liv saindo de perto da amiga.

-Parece que os burros resolveram estudar - Alfinetou Stephen ao passar perto da garota.

-E parece que os idiotas aprenderam a falar - Resmungou em resposta.

Stephen virou-se de modo que ficava de frente para a garota, a encarou com um sorriso bobo na face, maneou a cabeça para o lado jogando seus cabelos para trás e respondeu:

-Eu sei que você me ama, que você me quer e que daria o mundo para ficar comigo - Começou ele rindo mais ainda enquanto Cal fazia uam cara de nojo e indiginação - Porém eu não saiu com ralés.

-Não, claro, suas amiguinhas são todas gente boa, claro.

-Meu circulo de amizade intima não é para o seu bico, granja. - Alfinetou novamente.

-Granja? - Perguntou ela fracamente, esquecendo-se completamente que estavam em uma discução. - Vai catar frasquinhos de poções pro Slughorn vai.

-Ah, tenho certeza que o seu par romântico, Severus, já faz isso, com a sua ajuda claro. Ele está lhe ensinando a puxar o saco dos professores também ou isso é um dom nato dos idiotas mesmo?

-Não é um dom nato dos idiotas, porque você não tem, e sendo o idiota-mor.. - Falou sensatamente.

-Falando em idiota-mor, eu lhe vi no baile, estava horrivél, claro. Nada comparada a musas e belas donzelas da sonserina, e o seu parzinho também. Onde aprenderam a dançar? Dentro de um bar com um elfo faxineiro imundo?

-Isso não é de seu interesse, mas só para constar eu aprendi a dançar em uma das escolas mais tradicionais da...

-Então temos que fecha-lá logo, é um insulto alguém dançar tão mal assim, e não fique falando a sete ares o nome da escola Granja, ou você quer que eles fiquem igual a sua família.. falida... ?

-Eu ainda não sei porque eu perco o meu tempo com você papagaio. Você étão obtuso e tão idiota que não consegue ver um palmo a sua frente quando esse palmo não se trata de seu mundinho fútil e verde e prata.

-Melhor verde e prata do que vermelho e dourado - Sensatou ele.

-Ai, até nunca mais Stephen - Falou a garota, mas antes de sair o sonserino começara a falar novamente.

-Primeira coisa, para você Sr. Ludwig, graham. E depois, não me culpe a sua inveja de eu ter ganho o baile, somos totalmente diferentes um do outro, podemos ver aqui a riqueza - Ele apontou para o seu peito - e a pobreza - Apontou com o dedo indicador a menina. - E isso também é válido para o nobre e a pebleu.

-Você anda lendo muitos contos de fadas.

-Certamente. E sabe o que eu aprendi com eles? A pebleu nem sempre tem um final feliz, e isso me deixa feliz Graham, muito feliz.

-Seu animal, adeus.

-Até mais, perdedora. - Falou Stephen saindo dali mais alegre do que se encontrava no começo da tarde, ele começara a cantar uma música, algo como 'Slytherin Pride' que não era ouvido de onde a garota estava nesse momento.

Cal balançou a cabeça, não era possível que houvesse gente igual aquele garoto, e se tivesse ela desejava não mais encontrar, de idiota já bastava o loiro. A grifinória então lembrou-se do encontro que tinha com Liv e saiu correndo destino ao sétimo andar, o salão comunal da grifinória.

Por: Stephen e Cal


DiH às 10:03 h




domingo, maio 07, 2006


Consequências do Baile...

- Posso ser filhote de trasgo, mas, pelo menos, eu não tenho um irmão criminoso e condenado! -disse Black em voz alta, quando Anita já estava virando as costas para ir embora.

As últimas palavras do grifinório tiveram um efeito inesperado na sonserina. Ela não só se irritou, como era a intenção dele. Ela ficou vermelha, os cabelos arrepiados, e rangeu os dentes.

E então, quando Black sacou a varinha para se defender de um possível feitiço, ela virou-se e desferiu com toda sua força, um soco na cara dele.

- SRTA.FIERAMOSCA, O QUE PENSA QUE ESTÁ FAZENDO?

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E lá estava ela, novamente na sala da professora mais irritante de toda a Hogwarts, cujo nome era Minerva McGonnagal. A carranca de ambas mantinha-se firme, mas Anita Fieramosca não estava nada, nem um pouco arrependida do que havia feito.

Com seus braços cruzados, em posição de desafio, ela esperava uma bronca, mas não era por isso que haveria de pedir desculpas a Sirius Black. "Ele provocou", justificava-se mentalmente.

- Senhorita Fieramosca, já é a terceira vez neste mês que venho chamar-lhe a atenção por causa de feitiços indevidos... - começou McGonnagal, tentando manter a postura calma.

- Mas eu não usei feitiço algum, desta vez. - interrompeu-a a outra, fuzilando-a com o olhar.

- Você agrediu um outro aluno, srta.Fieramosca. E uma agressão é tão grave quanto um feitiço usado fora de hora...

- Ah, faça-me o favor....

- Como é que é?! - perguntou ela, zangadamente, olhando para a menina a sua frente, espantada.

- Professora, eu estou farta disso tudo. É a terceira vez essa semana que eu venho parar aqui.

- A escola também está farta disso, senhorita. Ficamos felizes que finalmente compreenda. - ela falou arrogantemente.

- A senhora é que não me compreendeu. É a terceira vez que venho parar aqui INJUSTAMENTE.

- Injustamente, senhorita Fieramosca? Na primeira vez, a senhorita literalmente explodiu o caldeirão do sr.Black, na outra vez, a senhorita colocou fogo nas vestes dele, e agora, deu um soco no rosto do sr.Black!

- Black, Black, Black! Veja só professora, todas as acusações envolvem de algum modo o ?senhor? Black! Será que sou eu a culpada por todas elas? - explodiu a menina, batendo com força na mesa e adotando uma cara irônica - Claro...eu tenho prazer em ver caldeirões explodindo, coloquei a fogo nas vestes do garoto só pra ver o que acontece, e agora, eu dei um soco nele porque estava afim!

Ela deu um suspiro, com força, e terminou olhando acusadoramente:

- Será possível, professora que a senhora seja a única que não perceba que Black tem uma parcela de culpa em todos esses casos?! Do contrário, por que eu não escolheria outra pessoa, não é mesmo? Mas óbvio...Black é grifinório...e eu sou sonserina.

- A senhorita NÃO ouse insinuar que eu dou algum tipo de preferência aos meus alunos de casa...!

- Mas é o que está parecendo! - disse ela, e recostou-se na cadeira - Será que a senhora não vai nem ouvir minha versão dos fatos antes de me sentenciar a duas semanas de detenção com o Filch?

A última frase pareceu surtir algum impacto na vice-diretora, que respirou fundo e considerou o pedido.

- Parece justo. Continue.

- Eu estava no jardim, quando Black saiu da trupe com quem ele geralmente anda, para me importunar. " Olha lá a 'namorada' do Ranhoso! É tão feia e nojenta quanto ele, eles se merecem....!" - ele gritou para mim. Impassível, eu respondi que se fosse por feiúra, Severo namoraria é com ele, que mais parece um filhote de trasgo. E estava deixando o jardim, quando ele veio pra perto de mim e disse bem alto: "Posso ser filhote de trasgo, mas, pelo menos, eu não tenho um irmão criminoso e condenado!". E então, eu bati nele, claro.

Anita respirou fundo e preparou-se para a bateria de perguntas que, inevitavelmente, surgiriam.

- Mas como "claro", senhorita Fieramosca? Por acaso pensas que é algo ?natural? bater em outros alunos?

- Professora, ele insultou meu irmão.

- Apesar de tanto quanto derespeitoso, o sr.Black não disse nada mais que a verdade.

- Não finja que não me conhece, McGonnagal. Meu irmão NÃO é criminoso, ele foi condenado por uma injustiça, e eu posso provar!E você bem sabe que eu não tolero que se diga qualquer coisa sobre ele nesse sentido! - Anita falou sem controle algum.

-Em primeiro lugar, é PROFESSORA McGonnagal para você, Fieramosca! Em segundo lugar, até que você consiga provar que Ramón Fieramosca não é culpado pelo assassinato de Elizabeth Carthier, o que Black disse não deixa de ser verdade e você terá que aceitar isso! - ela respondeu elevando a voz para a menina e colocando seu dedo em riste na cara - Basta, eu já ouvi o suficiente. Chamarei o senhor Black a prestar contas aqui. Ainda assim, a senhorita cumprirá 2 semanas...

- ...de detenção com o sr.Filch. É eu sei. E você me mandará um bilhete avisando quando e onde devo encontra-lo."Está dispensada" - terminou ela, desalentada, imitando a professora com surpreendente perfeição.

Sem mais uma palavra, Anita saiu de fininho da sala da vice-diretora, que se tivesse tido mais dois segundos para pensar, provavelmente teria condenado-a a sofrer mais três semanas.

Aproveitou o corredor livre para correr até as masmorras, onde professor Slughorn estava ocupado dando aula.

- Desculpe o atraso, professor. Estava numa... "audiência particular com a professora McGonnagal". - disse abrindo a porta da masmorra, e jogando seu material do lado do de Max Fierman.

- Tome seu lugar e já comece a seguir as instruções do quadro, srta.Fieramosca. - avisou ele com um sorriso enquanto sentava-se ao lado de Max.

- Como foi? - perguntou ele à guisa de oi e sem tirar os olhos da poção que estava borbulhando verde no caldeirão.

- Horrível, para variar. Eu e a velha discutimos pra caramba....

- E você tem detenções por mais 2 semanas com o Filch, imagino.

- Que novidade, hein...

- Só não vá se meter de novo em brigas com o Black....ele é amigo da Liv, você sabe..

- É, mas a questão é que VOCÊ é o amiguinho dela, não eu.... - eu respondeu Anita aos sussurros, e olhando para a poção em seu caldeirão, perguntou - Que cor era pra estar isso, hein?

- Laranja claro. - Max respondeu acrescentando um pouco de lagartas picadas no seu caldeirão, o que fez a mistura sibilar e ficar roxo berrante.

- Acho que estamos ferrados em Poções....

- De toda forma, - continuou ele ignorando o último comentário - você é minha amiga, de modo que eu não gostaria que você e o Black ficassem se matando pelos corredores.

- Escuta aqui, Max, você realmente acha que eu gosto de ficar fazendo do Black um saco de pancadas?
- Na verdade.... - ele começou, agora olhando diretamente para a loura - é o que parece.

- Pois eu ODEIO ficar encarando isso! Odeio quando chamam meu irmão de criminoso, louco, assassino, quando eu sei que isso não é verdade! E de alguma forma, EU é quem fico fora do normal, e Black sabe disso. E aí, eu tento faze-lo parar, sofrer.Mas no fim, quem se dá mal sou sempre eu.... - respondeu Anita, amargurada pela segunda vez no dia, mexendo o caldeirão e acrescentando ingredientes a esmo, sem prestar atenção no que estava fazendo.

- Desculpa, Nita. Eu falei sem pensar...duvido que você atacasse o Black só pelo prazer de fazer isso... - Max respondeu, arrependido. Sua amiga já tinha arranjado problemas demais com aquele assunto.

- Deixa pra lá, OK? Vamos nos concentrar nas...poções...que deveriam estar laranjas.... - falou a outra, finalmente prestando atenção em sua poção, rosa choque, no momento, e que exalava um cheiro horrível de peixe e ovo podre.

- Hmmm, parece que a Fieramosca não tomou banho direito hoje...- gritou Black do outro lado da classe.

- Cala a Boca, Infeliz. - retrucou a menina, tentando consertar o estrago que acidentalmente fizera.

E então, mexeu duas vezes na poção....e ela fez um grande e bonito CABUM.

- SENHORITA FIERAMOSCA!

- Ai, de novo não.


Anita Fieramosca às 16:41 h



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